8 de maio de 2026

Família de criança morta em acidente retornava de evento religioso em chácara

Um grave acidente na noite de sábado (23) chocou a comunidade do  Tijuca, em , e resultou na morte de um menino de 7 anos. A batida ocorreu no cruzamento da Avenida Conde de Boa Vista com a Rua Rio da Prata, e a criança estava em um carro com a família, voltando de um evento da igreja.

Testemunhas relataram que a família da criança saía de um retiro religioso que havia começado na sexta-feira e terminaria no domingo. No momento do acidente, eles estavam em um Fiat Uno, que, segundo relatos, “se desfez” com o impacto da colisão. O motorista do Uno era o pai do menino, e no carro também estavam a mãe dele, uma mulher de 61 anos, e a criança, que estava no banco de trás.

A colisão aconteceu quando o Fiat Uno foi violentamente atingido por um  Logan. Segundo testemunhas, o condutor do Logan teria furado a preferencial, causando o acidente. O impacto foi tão forte que o menino não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. A avó também ficou gravemente ferida, com lesões no rosto e na cabeça, e foi socorrida pelo  e levada para a Santa Casa.

Um segundo morador relatou que o evento religioso, que acontecia em uma chácara por ele administrada, foi cancelado neste domingo devido à tragédia. “O pessoal estava em um evento de igreja, de sexta até hoje. O evento foi cancelado por causa do acidente”, disse a testemunha, que preferiu não se identificar.

Trânsito perigoso

O trânsito na Avenida Conde de Boa Vista é considerado perigoso pelos moradores. Jonas Fernandes Filho relatou que a alta velocidade é frequente na via, e que acidentes e casos de embriaguez ao volante são comuns. “É precário aqui, o pessoal passa correndo, não respeita quebra-mola, não respeita sinalização, nada”, afirmou o comerciante.

A Polícia Militar chegou rapidamente ao local do acidente. O motorista do Logan foi levado à delegacia após o atendimento médico para prestar depoimento.

Moradores da região reforçam o apelo por mais responsabilidade no trânsito. “O quebra-mola aqui não é respeitado, principalmente pelos motoqueiros, que passam empinando e pulam o quebra-mola. É preciso ter mais responsabilidade”, concluiu o comerciante.

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