27 de setembro de 2026

Bolsonaro passa por bateria de exames após crise de soluço

A manhã deste sábado (16) começou com exames para o  Jair Bolsonaro (PL). Em prisão domiciliar, Bolsonaro recebeu autorização do STF (Supremo Tribunal Federal) para realizar bateria de procedimentos após crise de soluço.

O ex-presidente teria apresentado falta de ar. A autorização é assinada pelo ministro do STF , após solicitação da defesa de Bolsonaro na terça-feira (12).

Assim, a equipe de advogados do ex-presidente defendeu que a realização dos exames é solicitada pelo médico. Entre os nove procedimentos previstos, estão coleta de sangue, de urina e uma endoscopia.

Inflamação no esôfago

Vale lembrar que, neste ano, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma endoscopia que revelou uma inflamação no esôfago. Boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star, em 2 de julho, apontou a inflamação.

Segundo o informe, o exame constatou “intensa esofagite com processo inflamatório, erosões da mucosa esofágica e gastrite moderada”. O boletim diz ainda que Bolsonaro terá seu tratamento com medicação “Intensificado”, seguindo com a dieta regrada, recomendação de repouso e de moderação da fala.

Em 21 de junho, Bolsonaro recebeu um possível diagnóstico de pneumonia viral e, desde então, tem sofrido com soluços e vômitos.

Mesmo com os sintomas, o ex-presidente viajou a Belo Horizonte (MG), no dia 26 de junho, para participar de evento que contou com a presença de apoiadores como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o deputado estadual mineiro Bruno Engler (PL) e o senador Cleitinho (Republicanos-MG). No domingo, 29, participou do ato “Justiça Já”, na Avenida Paulista, em São Paulo.

No dia 1º de julho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) compartilhou um comunicado assinado pelo pai em seu perfil no X (antigo Twitter) informando a suspensão das agendas do ex-presidente no mês de julho.

Prisão de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terá que cumprir prisão domiciliar após determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, na tarde de 4 de agosto. A decisão ocorre após o político descumprir medidas cautelares, como a proibição de uso de redes sociais para incentivar ataques à Suprema Corte.

Entre as medidas impostas, está o uso de tornozeleira eletrônica; proibição de visitas (exceto por familiares próximos e advogados) e recolhimento de todos os celulares disponíveis no local.

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