8 de maio de 2026

Em Campo Grande, Geraldo Luís investiga história real e misteriosa do passado: ‘desenterrou’

Quase um ano após deixar a Rede Record, o apresentador Geraldo Luís estreia seu novo programa no próximo domingo (14), agora na RedeTV! E, para abrir a atração, o comunicador escolheu contar uma lenda sul-mato-grossense em um quadro de caça-fantasmas, segundo ele, muito pedido pelo público.

Nesta terça-feira (9), Geraldo esteve em Campo Grande e, de início, fez mistério sobre a história que será destaque na estreia do “Geral do Povo”. Ele surgiu na Praça do Rádio, onde gravou algumas passagens, e fez observações sobre o calor.

“Gravando no vulcão do MG do Sul”, escreveu, trocando a sigla do Estado pela de Minas Gerais. “Gente, já gravamos aqui a abertura. Vocês aqui do Mato Grosso do Sul… como que… o sol aqui é diferente, gente. Parece que o sol aqui é mais baixo. Parece que está a um palmo da cabeça. Eu tô velho pra essas coisas”, expressou.

Curiosidade

A breve aparição foi suficiente para provocar burburinho. Todos queriam saber o que Geraldo veio fazer na Capital de MS. Sem conseguir se conter, algumas horas depois, o apresentador decidiu dar uma prévia do que vem por aí.

Em um ônibus, ele contou certo detalhes, sem entregar muito a pauta misteriosa. “Depois de anos… vocês pediram e estará de volta. Amanhã eu gravo uma história real e misteriosa que até hoje não se sabe a verdade, da casa das  mortas. Um caso que virou lenda. O caça-fantasmas está de volta, Brasil”, anunciou.

Consegue adivinhar?

Durante a viagem, ao conversar com alguém de sua produção, Geraldo tirou algumas dúvidas sobre o caso misterioso a ser desenterrado. “Pra investigar, pra eu entrar nessa casa… Esquece da lenda. Quantas crianças foram encontradas mortas dentro da casa? Três?”, questionou.

“Foi encontrado um caixão no forro da casa cheio de roupa de ”, respondeu a pessoa da produção. “O paradeiro dessa pessoa? O paradeiro dela é incerto, ela desapareceu. Chegou a ficar presa três anos. Fizeram buscas na casa, vasculharam. E ainda ficou uma criança desaparecida, ninguém conseguiu localizar”, completou o integrante da equipe de Geraldo.

Pela prévia, muitos acreditam que Geraldo veio “desenterrar” a lenda da Bruxa da Sapolândia, uma das mais emblemáticas de Campo Grande.

Bruxa da Sapolândia

Nos anos de 1970, a Capital se viu assombrada pela história de quatro crianças mortas e espancadas de forma cruel por uma mulher que seria sua tutora. Nascia então a história da “Bruxa da Sapolândia”, Célia de Souza, que teria assassinado as crianças em rituais de bruxaria.

A foto da mulher agachada ao lado das covas rasas onde as crianças foram encontradas eternizou no imaginário local o caso. À polícia na época, Célia negou os maus-tratos e disse que as mortes foram por causas naturais. Hoje, a casa localizada no bairro Taquarussu tem outra fachada e a “bruxa” foi absolvida das mortes em 1971.

 

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