11 de agosto de 2026

Morto pelo Bope já havia jurado matar policiais, diz comandante

O homem apontado como terceiro envolvido na morte do soldado da PM (Polícia Militar), Marcelo Pimenta da Silva, já havia jurado outros policiais de morte e era considerado um criminoso de perfil mais agressivo e ousado, segundo o comandante do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), tenente-coronel Rigoberto Rocha.

Em entrevista neste sábado (11), Rocha afirmou que Waldiney Junior de Souza Alfonso, de 29 anos, fazia ameaças contra agentes de segurança, ostentava armamento e dinheiro e tinha uma estrutura que, na avaliação da polícia, fugia do padrão normalmente encontrado entre criminosos. “Jurando outros policiais de morte, falando de uma forma bastante agressiva, demonstrando armamento, dinheiro. Um elemento bastante agressivo, que foge do nosso criminoso rotineiro”, afirmou o comandante.

Segundo Rocha, esse tipo de comportamento, aliado a métodos considerados “mais apurados”, levou à atuação do batalhão especializado. “Um perfil mais ousado, que tem uma logística mais apurada. Aí o Bope sempre vai entrar em ação”, disse.

Waldiney era procurado desde o assassinato do soldado Marcelo, ocorrido em 30 de junho, durante uma perseguição policial em Corumbá. Ele foi localizado na noite de sexta-feira (10), em uma propriedade rural, e morreu após ser atingido em confronto com policiais, segundo a versão oficial.

Ao comentar a mobilização policial depois da morte de um integrante da corporação, Rocha afirmou que a comoção existe no momento da despedida, mas que, depois disso, os agentes voltam a concentrar esforços na busca pelos suspeitos. “A gente acredita muito que a polícia é reflexo do cidadão. O tenente-coronel Rocha não é diferente do senhor, não. Essa parte da comoção entra no sentimento do policial, mas só naquele momento, só no momento da despedida. A partir dali, ele tira toda essa dor do peito, coloca o colete e vai”, declarou.

O comandante também rejeitou a ideia de que a operação fosse uma caçada por vingança e afirmou que o objetivo era localizar e capturar o procurado. “Vai, mas não caçar. Ele vai buscar informações, tentar rastrear e capturar esse elemento para que ele pague pelo que fez. Se ele se render, ele vai ser preso e, se ele confrontar, fatalmente será atingido e vai ter um desfecho pior”, disse…. veja mais em https://www.campograndenews.com.br/brasil/cidades/morto-pelo-bope-ja-havia-jurado-matar-policiais-diz-comandante

Populares da Semana

Van para Mundo Novo

Recebendo hoje, mais uma van Zero km, para a...

Três jogos completam a penúltima rodada do Sul-mato-grossense neste domingo

A fase de grupos do Campeonato Sul-mato-grossense entra em...

Em Terenos com Bolsonaro, ministra Tereza Cristina anuncia assinatura de 3,9 mil títulos de terra

Em Terenos, a ministra da Tereza Cristina (DEM/MS) anunciou...

Em Tacuru Aldeia Jaguapiré comemora Semana dos Povos Indígenas

Em Tacuru o prefeito Rogério Torquetti e membros da...

Naviraí iniciou campanha “100 Dias de Castração” nesta segunda-feira

A campanha “100 Dias de Castração” em Naviraí teve...

Prova dos 3 tambores fez parte da programação da 1ª Cavalgada CPLFT 2026 na Fazenda Tuneiras

Fonte-Assessoria de Comunicação/Igt. A Prova dos 3 tambores fez parte...

Câmara de Mundo Novo aprova projeto de lei e recebe lideranças da OAB

A Câmara Municipal de Mundo Novo realizou, nesta segunda-feira...

Governo de Mundo Novo realiza primeira reunião do Grupo de Cessação do Tabagismo

#mundonovo Na última segunda-feira, dia 10, o Governo de Mundo...

Dia D de Multivacinação em Eldorado

Nesta sexta-feira, 15 de agosto, crianças e adolescentes menores...

Vereadora Marcia Filipus defende criação de Comissão para o PCCR dos Profissionais de Apoio da Educação

Em discurso histórico na Tribuna, parlamentar justificou respaldos legais...

Reinaldo reforça transparência, decência e responsabilidade na atuação política de Paulo Corrêa

O ex-governado reforçou o comportamento político de Paulo Corrêa...

Artigos Relacionados

Categorias Populares