“A ponte sobre o Rio Paraguai mostra bem a diferença entre o falar e o fazer”, salienta ex-governador
Para percorrer os 2.396km de Porto Murtinho, no Brasil, ao Porto de Arica, no Chile, encurtando o caminho ao Oceano Pacífico, tudo começa a partir da travessia sobre o Rio Paraguai. Esta travessia é a ponte cujas obras estão nas fases finais de construção, entre a cidade portomurtinhense e a localidade paraguaia de Carmelo Peralta.
A ponte que abre a melhor e a mais importante Rota Bioceânica para conectar o Brasil aos países da América Latina, promovendo a integração do continente, é fruto do empenho e da visão futurista de líderes políticos e dirigentes que não patinam nos discursos, porque dão prioridade ao fazer. É o caso de Reinaldo Azambuja, governador em dois mandatos e agora pré-candidato do PL ao Senado Federal.
Ele explica porque acreditou e insistiu nesse projeto. “Tem político que gosta de fazer discurso. Eu gosto de falar e fazer. Gosto de obra pronta. A ponte da Rota Bioceânica mostra bem a diferença entre o falar e o fazer. Enquanto muita gente discutia o projeto, nós fomos buscar as soluções”, conta o ex-governador, em vídeo que divulgou no Instagram.
Azambuja era governador em 2020, quando começou a articulação com os governos dos dois países, até ser garantida a participação da Itaipu Binacional. “De lá para cá mudaram os presidentes do Brasil e Paraguai, mas a gente não desistiu e não deixou o projeto parar”, afirma. E ressalva que mesmo com a ponte perto de ser concluída, ainda há trabalho a fazer. “Faltam os acessos do lado brasileiro, faltam decisões importantes, como solucionar a burocracia aduaneira dos quatro países atravessados pelo corredor’.
Diante disso, Azambuja decidiu fazer da conclusão de todos os itens da Bioceânica uma das prioridades do mandato. “Quero continuar ajudando lá em Brasília, para cobrar, pressionar, abrir portas e garantir que a obra saia do papel por completo, gerando empregos, renda e oportunidades”, ressalta. “Eu penso a política de um jeito simples: problema foi feito pra ser resolvido, obra começada é para ser concluída – e compromisso assumido, é para ser entregue’. Fonte: folhacg.com.br

