7 de maio de 2026

Chuvas irregulares, calorão e probabilidade de El Niño marcarão próximo trimestre em MS

O trimestre ‘maio, junho e julho’ de 2026 será marcado por chuvas irregulares em quase todo o Estado. Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a meteorologia aponta acumulados acima da média em Mato Grosso do Sul, especialmente no extremo norte e noroeste.

Essa expectativa é baseada na média histórica de precipitação que, por sua vez, considera as chuvas registradas nestes meses durante 30 anos (1981 a 2010).

Esses dados indicam que, sob condições normais, a precipitação em Mato Grosso do Sul nesta época do ano varia entre 100 a 300 milímetros na maior parte do Estado, aumentando de 300 a 400 milímetros no extremo sul. Contrariando um pouco as expectativas para 2026, geralmente as regiões nordeste, norte e noroeste de Mato Grosso do Sul registram acumulados entre 50 a 100 milímetros.

A previsão climática do Cemtec para este trimestre indica temperaturas próximas ou ligeiramente acima da média climatológica, o que favorecerá a ocorrência de períodos mais quentes, especialmente em dias com menor nebulosidade e maior incidência de radiação solar.

Vale pontuar que a meteorologia divulga a previsão probabilística da temperatura considerando a média histórica também.

Este cenário mais quente pode impactar diretamente os setores agropecuários, recursos hídricos, energéticos e de saúde pública, além de aumentar a necessidade de monitoramento contínuo das condições meteorológicas.

EL Niño

Os modelos climáticos apontados pelo centro de monitoramento indicam 61% de probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño neste trimestre, com tendência de persistência e intensificação ao longo do segundo semestre de 2026.

O fenômeno pode ocorrer de maneira moderada a forte entre a primavera e o início do verão, favorecendo a ocorrência de ondas de calor mais frequentes e intensos, além de prolongar períodos de calor acima da média em Mato Grosso do Sul.

Para que tudo isso ocorra e os impactos sejam percebidos no Estado, é necessário que haja interação entre o El Niño e outros sistemas atmosféricos e oceânicos de grande escala.

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