Na última quinta-feira (11), um homem identificado como Juliano Biron, de 42 anos, foi preso em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. De acordo com as informações, ele é apontado como chefe de uma facção criminosa no Rio Grande do Sul, além de ser condenado por homicídio pela morte do fotógrafo José Gustavo Bertuol Gargioni, de 22 anos, em Canoas.
Biron usava documentos falsos e se apresentava como João Paulo Zucco, natural de Santa Catarina. Durante a prisão, os policiais identificaram que ele tinha quatro mandatos de prisão em aberto no Brasil, somando 33 anos de condenação em regime fechado.
Conforme o site Correio do Povo, do Rio Grande do Sul, Biron era o principal alvo do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc).
Além disso, de acordo com o site, a captura de Biron ocorreu por meio de informações repassadas por agentes do Denarc à Polícia Federal e Polícia Nacional da Bolívia. De acordo com o diretor de Investigações do Denarc, delegado Alencar Carraro, o criminoso era monitorado desde o momento em que chegou ao país vizinho.
CONDENAÇÃO
Biron foi condenado, em 2020, a 20 anos e oito meses de prisão pelo homicídio do fotógrafo José Gustavo Bertuol Gargioni, de 22 anos, em Canoas. Ele já estava preso pelo assassinato desde 2016.
Em 2017, foi enviado à Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Dois anos depois, em 2019, retornou ao RS, onde permaneceu recolhido na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas.
Em janeiro de 2022, recebeu benefício de prisão domiciliar humanitária. Depois, conseguiu autorização para cumprir pena em Cascavel, no Paraná.
Após passar por cirurgias, também ganhou aval para não utilizar tornozeleira eletrônica. Em outubro, Biron foi condenado novamente, por tráfico e lavagem de dinheiro. O paradeiro dele era desconhecido desde então.
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