25 de setembro de 2026

Na Jordânia, secretários de MS ainda estão em área de conflito: ‘Soou sirene agora há pouco’

Os secretários de  que foram retidos em Israel estão na Jordânia nesta quarta-feira (18). Contudo, seguem em área de conflito, com sinalização de possíveis ataques. Secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Ricardo Senna disse que ouviram sirenes.

“O alívio não é pleno porque ainda estamos na área do conflito. Soou sirene agora há pouco. Muito provavelmente alertando mísseis cruzando espaço”, relatou ao Jornal Midiamax.

Contudo, disse que estão em segurança. “Não precisamos nos abrigar. Mas o nível de segurança aumentou bastante”, comentou.

“Estamos na Jordânia. Amanhã começaremos a voltar. Estamos aguardando o governo de Israel comprar todas as passagens”, disse Senna. Assim, podem estar em solo sul-mato-grossense até a sexta-feira (20). “Provavelmente até sexta estaremos de volta a ”.

Além de Senna, Christinne Maymone, secretária-adjunta de Saúde de MS, e Marcos Espíndola, coordenador de Tecnologia da Informação da Secretaria de Saúde, estão no grupo que estava retido. Eles fazem parte dos 28 integrantes que deixaram o hotel onde estavam hospedados em Tel Aviv com destino ao posto de fronteira Allenby/Rei Hussein.

Travessia dos secretários

A travessia aconteceu com veículo fornecido por autoridades israelenses. Logo, a  jordaniana recebeu os brasileiros, que vão aguardar os voos de retorno ao país em um hotel. O governo de Israel emitirá as passagens. O grupo organizou e custeou as missões.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), acompanha a nova etapa da retirada de brasileiros que ainda permaneciam em Israel após a escalada do conflito com o Irã.

Então, as comitivas fazem parte de duas frentes institucionais brasileiras — a Expo Muni e o Consórcio Brasil Central. A maior parte dos integrantes deverá embarcar em conexões a partir de Doha, no Catar. A Embaixada do Brasil em Doha já recebeu a lista de passageiros e está em contato com as autoridades locais para acompanhar a chegada e os embarques.

A CRE acompanha a situação de 56 brasileiros em missão religiosa na Galileia e de outros turistas que procuraram apoio para repatriação. Por fim, o  mantém tratativas com países vizinhos e não descarta uma missão aérea de resgate, conforme as condições de segurança e viabilidade logística. O espaço aéreo de Israel continua fechado.

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