Atendimentos foram realizados no Centro Comunitário do Coophatrabalho
Em nova ação realizada em Campo Grande, voluntários do Grupo Onça Pintada (GOP) ofereceram atendimentos preventivos contra o câncer de mama a 60 pacientes da região do Imbirussu.
A ação aconteceu no Centro Comunitário da Coophatrabalho, na avenida Florestal, na noite da última quarta-feira (27) e, além das orientações sobre a saúde da mulher, foram realizados 46 exames de ultrassonografia.
No próximo dia 7 de outubro, haverá um novo mutirão, desta vez para realização de mamografias em mulheres que participaram das ações nãos bairros da Capital e em Eldorado, Itaquiraí, Naviraí, Coronel Sapucaia e Ponta Porã. Os atendimentos acontecerão das 5h às 19h, na sede da entidade, no Jardim Leblon.
GRUPO ONÇA PINTADA – O Grupo Onça Pintada é uma Organização Não Governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2001, com o objetivo de desenvolver programas de saúde e desenvolvimento humano, direcionado às populações mais carentes no estado de Mato Grosso do Sul.
No ano de sua fundação, o GOP implementou o seu primeiro projeto, o ‘Programa de Prevenção ao Câncer de Mama’, para atendimentos nos bairros periféricos de Campo Grande e municípios do interior do estado, em especial, em locais remotos, como distritos, assentamentos quilombolas e aldeias indígenas.
O programa tem o objetivo de agir preventivamente no combate ao câncer de mama, buscando sempre o diagnóstico precoce (nossa arma mais poderosa).
Nesse sentido, o projeto conta com uma unidade móvel, que tem a finalidade de alcançar as pessoas em seus bairros e nos locais onde vivem, evitando deslocamentos.
O GOP conta, ainda, com equipamentos de ultrassom e equipe multidisciplinar, composta por assistentes sociais, enfermeiros e médicos, além de outros voluntários, todos para atendimento no local das atividades.
Depois desse primeiro atendimento, as pessoas recebidas pelo programa, que tiverem indicação e necessidade, são deslocadas para a sede da entidade em Campo Grande, para uma atividade que chamamos de ‘mutirão’, onde são realizados exames de mamografia, ultrassonografia, consultas com mastologista e um trabalho para o fechamento do diagnóstico da doença.
Os casos mais graves serão encaminhados à rede pública de saúde, para cirurgias e outros procedimentos e tratamentos, sempre com o acompanhamento das assistentes sociais.




