7 de maio de 2026

Governador discutiu avanços para rota bioceânica e Nova Ferroeste e entregou projetos de meio ambiente

Com foco na retomada da economia e no desenvolvimento sustentável, o governador Reinaldo Azambuja teve uma série de agendas e eventos importantes nesta semana, onde tratou avanço para Rota Bioceânica e para implantação da Nova Ferroeste, assim como apresentou projetos voltados ao meio ambiente, entre eles o que torna tornando área de preservação permanente os banhados das Nascentes do Rio da Prata e do Rio Formoso.

Nas agendas em Brasília, o governador se reuniu na quarta-feira (24) com a presidência do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) para pedir a liberação da licença ambiental prévia da Nova Ferroeste, que vai seguir de Maracaju até Cascavel. A intenção é obter este documento para fazer a concessão do projeto à iniciativa privada, por meio de leilão na Bolsa de Valores.

Ele foi acompanhado pelo governador do Paraná, Ratinho Júnior, que está frente deste projeto, em parceria com Mato Grosso do Sul. “O projeto da Nova Ferroeste é estratégico para nós sob o ponto de vista da logística e também da competitividade. No futuro, com a viabilização da ferrovia, o nosso Estado vai diminuir a exportação de commodities e ampliar a exportação”, explicou o governador.  

Na Capital Federal, o governador também se reuniu com o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, onde este o convidou para participar da ordem de serviço da principal obra da rota bioceânica, que é a ponte sobre o Rio Paraguai, entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta. O evento vai ocorrer no dia 13 de dezembro.

“É uma alegria ver esse projeto de integração bioceânica se transformando em realidade. Era um sonho antigo dos brasileiros e também dos paraguaios. Essa ponte vai integrar o Centro Oeste brasileiro e interiorizar o desenvolvimento na região do Chaco paraguaio”, descreveu.

Projetos de lei

Na quinta-feira (26) o governador tomou novas medidas em defesa do meio ambiente e em favor do desenvolvimento sustentável. Entre eles a entrega de projeto que torna área de preservação permanente os banhados das Nascentes do Rio da Prata e do Rio Formoso, nas cidades de Jardim e Bonito, que se tratam de 13.659 hectares. 

“Anos atrás algumas intervenções humanas nos banhados causaram o turvamento das águas cristalinas dos rios. Entendemos que tínhamos que fazer uma ação de proteção. Então, essa área vai ficar intocável. Os proprietários podem vender como cota de reserva legal, mas não vão poder fazer nenhum tipo de atividade”, ressaltou o governador.

Também reforçou seu compromisso com o Estado Carbono Neutro, ao participar do Seminário Negócios de Carbono e Sustentabilidade. “O Programa Estado Carbono Neutro tem desde 2015 delineado políticas públicas, exemplo Novilho Precoce, Carne Orgânica do Pantanal e Ilumina Pantanal, que ontem foi premiado como melhor programa de geração solar e sustentabilidade do mundo todo”, destacou.

Depois de ajustes, o governador enviou novamente na quinta-feira os projetos para restruturação das carreiras da Polícia Civil e Militar, assim como Corpo de Bombeiros. “Essas discussões são permanentes. Então, ajustamos discussões, conforme pedidos das categorias e estamos voltando à Assembleia os projetos consensuados com todos os representantes das categorias”, ponderou.

 Conferência

O governador ainda participou da 24° Conferência da Unale (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais), onde na abertura do evento defendeu o papel “pacificador” do Poder Legislativo e incentivou a discussão de pautas propositivas, que possam ter como foco a retomada da economia.

Convidado para participar do painel de debate sobre “Gestão de Inovação com Governadores”, Reinaldo Azambuja que busca tornar Mato Grosso do Sul um Estado “moderno e ágil”, por criou 87 plataformas digitais, que são usadas por 27 mil pessoas por dia.

“A inovação e modernização do Estado sempre foi prioridade, para reduzir a burocracia e facilitar o acesso das pessoas aos serviços públicos. Criamos 87 plataformas digitais, que atendem diferentes setores. Tínhamos Agenfas (Agências Fazendárias) em 79 cidades, depois reduzimos para 46, porque não havia mais necessidade”, destacou.

Leonardo Rocha, Subcom

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