Prioridade na vacinação: de cada 4 idosos infectados com Covid-19, um morre em MS

Em , pacientes com mais de 60 anos são os que mais falecem devido ao novo coronavírus. Neste universo, considerando idosos com mais de 75 anos – grupo prioritário para vacinação no país -, a taxa de letalidade é de 22,5%. Ou seja: quase 1/4 dos pacientes nesta faixa etária em MS perderam suas vidas desde o início da pandemia.

De acordo com levantamento realizado pelo Jornal Midiamax, com base nos microdados disponibilizados pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), 4.319 pessoas nesta faixa etária já foram infectadas. Dessas, 975 faleceram devido à doença, o que representa a estatística de 22,5% em taxa de letalidade. Os dados são desde o início da pandemia até a última quarta-feira (13). Lembrando que a letalidade é calculada pela divisão do número de óbitos pela quantidade de casos registrados.

No Estado, a letalidade para idosos no geral é de 10,95%. Ou seja, das 18.107 pessoas com 60 anos ou mais que já foram infectadas por coronavírus, 1.983 vieram á óbito. Quando isolado os óbitos de pessoas de 60 a 74 anos, a letalidade é de 7,3%. Estes também devem ser vacinados como prioridade, em rodadas posteriores.

Menos casos, mais complicações

Vale lembrar que, apesar de não fazerem parte da faixa etária com mais casos de coronavírus, idosos são os mais afetados pela doença. Na estatística geral, o grupo corresponde a 12,9% do total de infectados. Entretanto, como já apontado, são os que mais falecem devido à .

Em MS, pessoas de 30 a 39 anos são mais infectadas por coronavírus. São 33.397 desde o começo da pandemia. No entanto, a taxa de letalidade dessa faixa etária é de 0,2%. O índice é 112 vezes menor do que a letalidade de idosos com 75 anos ou mais.

 poderia ter diminuição de aproximadamente 50% nas internações por  caso a Coronavac já estivesse em aplicação em parte dos grupos prioritários – no caso, pessoas com 60 anos ou mais. O imunizante é desenvolvido em parceria entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan.

A simulação, feita pelo Jornal Midiamax, leva em conta o grupo que deverá ser anunciado como prioritário e o grau de eficiência do imunizante para casos graves. De acordo com dados divulgados pelo Butantan, a vacina é 100% eficaz em casos graves da doença.

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