9 de maio de 2026

PL deve filiar Reinaldo até dia 20 e prevê eleição de dois senadores, seis federais e 19 estaduais

Presidente estadual do PL, Aparecido Andrade Portela, o Tenente Portela, prevê que o ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB) deverá assinar ficha de filiação na sigla até o dia 20 deste mês. Os liberais apostam na experiência política do tucano para eleger os dois senadores, seis dos oito deputados federais e 19 dos 24 deputados estaduais nas eleições de 2026.

Apesar da resistência de parte dos bolsonaristas, que juravam ser contra a corrupção e enxovalhavam o tucano pela denúncia do pagamento de R$ 67,7milhões em propina da JBS, Portela sonha alto com a chegada de Azambuja.

“O Azambuja não só foi convidado para vir para o PL, foi convidado para assumir o comando do partido, para fortalecer e conduzir, para que em 2026, sejamos vitoriosos, reelegendo o governador Eduardo Riedel”, destacou o dirigente, que é amigo de do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desde a época em que serviu o Exército em Nioaque.

“Se presidente de honra do PL (Bolsonaro) convidou, é porque sabe o patrimônio político do ex-governador Reinaldo”, ponderou Tenente Portela. Para o cacique liberal, Reinaldo foi municipalista, trabalhou por todos os municípios e trouxe várias empresas para Mato Grosso do Sul.

“A experiência de 30 anos na política, um grande estrategista, vai fortalecer o PL, e se Deus quiser vai ajudar a levar JAIR MESSIAS BOLSONARO para o Palácio do Planalto e Alvorada, para governar o Brasil a partir de 01 Jan 2027”, afirmou.

Tenente Portela sonha alto com a chegada de Reinaldo. “Vamos fazer os dois senadores, o Reinaldo, sendo um deles, fazer no grupo seis deputados federais e 19 deputados estaduais”, previu.

A expectativa é alta porque o ex-governador deverá levar alguns deputados tucanos para o PL, inclusive prefeitos. Dos 45 gestores tucanos, pelo menos 30 já sinalizaram que poderão assinar ficha de filiação no PL de Bolsonaro.

O governador Eduardo Riedel não deverá acompanhar Azambuja no PL. Ele estaria divido entre o PSD, de Gilberto Kassab, e o PP, da prima e senadora Tereza Cristina.

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