9 de maio de 2026

Puccinelli diz que se eleito for não aumenta ‘nenhum imposto’

Na quarta rodada da série de entrevistas promovida pelo grupo Correio do Estado, com os candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul, o ex-governador André Puccinelli (2007-2014), disse que um dos seus compromissos mais firmes, se vencer, é do “não aumentar nenhum imposto estadual”.

Outra promessa do emedebista é a de que “a partir do segundo ano do mandato” é intenção sua a de reduzir alguns tributos.

“Quero ser reconhecido como o melhor governador da história de MS”, afirmou o emedebista que, se eleito, garantiria o destaque de primeiro mandatário estadual a acumular três mandatos pelo voto direto.

Na entrevista concedida à jornalista Laureane Schimidt, ele deixou a entender que pode não votar na senadora Simone Tebet, do MDB, sul-mato-grossense, candidata ao Planalto e sua ex-vice governadora (2007-2010).

“O MDB nacional apresentou candidatura própria, a Simone, o partido a indicou. Mas deixou livre a opção [de votar em quem quiser]. Eu vou declarar apoio [candidatos à Presidência] ao que a maioria [entre os emedebistas] apoiar”, disse Puccinelli. Até agora, segundo fontes ligadas ao MDB estadual, o nome de Simone não é uma unanimidade entre os emedebistas na disputa ao Planalto.

Na entrevista, exibida no fim da tarde desta sexta-feira (16) pelas midias sociais do Correio do Estado, Puccinelli disse que um de seus planos para reduzir o déficit de médicos, é o de firmar parcerias envolvendo os municípios, o governo e, também as univeridades.

Pela ideia dele, o médico recém-formado poderia ficar por um ou dois anos no interior do Estado. Uma das exigência seria a de que médico contratado tivesse uma especialização em determinada cirurgia.

O candido comprometeu-se também a manter os programas sociais que favorecem famílias carentes, por exemplo. Hoje, em MS, por exemplo, erto de 270 mil pessoas têm dificuldade de garantir a comida.

Puccinelli disse ainda que a intenção de seu governo é o de injetar recursos para garantir a logística capaz de garantir o escoamento da produção agrícola.

Na educação, o ex-governador quer reativar um projeto imposto em suas gestões, que premiava alunos com bons desempenhos, como bicicleta, e notebook. Ele disse que deve igualar o salário de professor contratados com os já efetivados.

O emedebista prometeu “triplicar” o valor do FIC (Fundo de Investimento Cultura), que é um projeto criado para apoiar financeiramento projetos culturais da comunidade. Hoje, o fundo distribuiu em torno de R$ 8 milhões anuais.

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