7 de maio de 2026

Pastor abusa de fiel da Assembleia de Deus e caso vai parar na Delegacia de Nova Andradina

O pastor da Assembleia de Deus Belém, Eder Wilson dos Santos, de 54 anos, é acusado de abuso sexual por uma fiel, de 43 anos. A mulher diz que o ‘religioso’ passava a mão pelo corpo e até tentava beijá-la durante os cultos.

“Gostoso, gostoso. Faz tempo que não recebia um abraço da minha irmã. Quem não gosta de carinho?”, disse o pastor em um momento de assédio.

O caso foi registrado na Delegacia da Mulher de Nova Andradina e conforme o Jornal da Nova, a vítima relata que ela é membro da Igreja e seu marido faz parte do ministério na função de presbítero. Ela afirma que desde 2014 vem passando por situações constrangedoras com o vice-presidente da Igreja, o pastor Eder.

A mulher afirma que o pastor em várias ocasiões faz gestos abusivos como: abraços simples que iam se prolongando para abraços mais longos, contato frente a frente e beijos seguidos e prolongados na face, sempre falando da palavra de Deus para conseguir os contatos físicos. Em alguns momentos a vítima tinha que se esquivar para que o pastor não a beijasse na boca.

Ela disse no registro que ficou constrangida em contar a situação para o marido na época. Eles continuaram frequentando a igreja.

Assédio

No dia 2 de dezembro, a mulher estacionou o carro perto da igreja, o pastor teria visto e estacionado na sua frente. Ele pediu para que ela o acompanhasse até o templo para tratar de um projeto de doações.

A vítima foi até a Igreja com o intuito de gravar um áudio do assédio. O pastor levou ela para conhecer a sala de música e o seu escritório reformado, ocasião em que pegou um álcool gel e passou nas mãos dela, em seguida deu um abraço e com suspiros dizia: “Gostoso, gostoso. Faz tempo que não recebia um abraço da minha irmã. Quem não gosta de carinho?”

No mesmo momento do abraço, o suspeito a beijou nos seus olhos e tentou beijar sua boca, mas a vítima se esquivou e o beijo pegou na parte superior dos lábios.

Com muita insistência o pastor ainda disse rindo: “Me perdoa, a gente fica animado, né? Eu me extrapolei, me empolguei. Desculpa aí, a carne é fraca”. Ele não deixava ela ir embora, e de tempos em tempos queria dar mais abraços. Com muita dificuldade a mulher conseguiu sair e representou criminalmente contra o homem.

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