Em pronunciamento nesta terça-feira (26), o deputado estadual Paulo Corrêa (PL), 1º secretário da Assembleia Legislativa, comemorou os números que colocam a indústria de transformação de Mato Grosso do Sul como a que mais cresce no Brasil e destacou o papel estratégico do setor no desenvolvimento econômico e social do Estado.
Atualmente, o setor conta com mais de 8,2 mil empresas industriais ativas e gera mais de 170 mil empregos formais diretos, com mais de R$ 7 bilhões pagos anualmente em salários aos trabalhadores, conforme dados do Observatório da Indústria.
Segundo projeções do setor, o PIB industrial de Mato Grosso do Sul deve alcançar R$ 45 bilhões em 2025, com crescimento nominal estimado em 8,7% ao ano até 2029.
“Mato Grosso do Sul vive um dos maiores momentos da sua história, tendo a indústria como sua segunda principal atividade econômica. Nossa indústria gera emprego de qualidade, renda, oportunidades e desenvolvimento para todas as regiões do nosso Estado”, afirmou o parlamentar.
Corrêa também destacou que o valor da produção industrial anual já supera R$ 100 bilhões, enquanto os investimentos previstos para ampliação e instalação de novas fábricas até 2030 ultrapassam R$ 90 bilhões. Além disso, as exportações de produtos industriais já passam de US$ 7 bilhões, resultado considerado recorde para o setor.
O parlamentar ressaltou ainda que o crescimento da indústria sul-mato-grossense é resultado da parceria estratégica entre a iniciativa privada e o poder público, destacando a atuação do presidente da FIEMS, Sérgio Longen, e do governador Eduardo Riedel na construção de um ambiente favorável à atração de investimentos, geração de empregos e fortalecimento da economia.
“Esse crescimento é fruto de planejamento, confiança e união de forças, consolidando Mato Grosso do Sul como um dos principais polos de desenvolvimento do Brasil. Temos muito orgulho de representar a indústria, porque acreditamos na força de um setor que gera empregos, atrai investimentos, movimenta a economia e transforma a vida das pessoas”, finalizou Paulo Corrêa.


