O documento que pede a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso em uma cela da PF (Polícia Federal), em Brasília, já tem metade das assinaturas dos senadores do Brasil, incluindo de Tereza Cristina (PP) e Nelsinho Trad (PSD).
Bolsonaro está desde dezembro na sede da PF e cumpre pena de 27 anos. No fim do ano passado, o ex-presidente passou por cirurgias para conter os soluços.
De volta à cela, ele caiu durante a madrugada, em meio a uma crise, e bateu a cabeça.
Assim, o pedido de prisão domiciliar partiu do senador Wilder Morais (PL-GO), feito ao STF (Supremo Tribunal Federal). O documento conta, até o momento, com o apoio de 41 dos 81 senadores, publicou o Metrópoles. O senador Morais argumenta o documento com base no estado de saúde de Bolsonaro, citando crises convulsivas e procedimentos médicos recentes.
O ministro Alexandre de Moraes vai analisar o documento, mas a quantidade de assinaturas não interfere na concessão de prisão domiciliar.
De MS, apenas Soraya Thronicke (União Brasil) não assinou o pedido. Fonte: Midiamax

