8 de maio de 2026

Pedreiro espancado no Dom Antônio frequentava casa de criança estuprada em Campo Grande

O pedreiro de 65 anos espancado por moradores do bairro , em , após suspeitas de estuprar uma criança de 9 anos, frequentava a residência da família. Ele teve a prisão preventiva decretada nesta segunda-feira (22).

Informações são de que o pedreiro também é suspeito de estuprar a irmã da criança abusada, de 10 anos. Revoltados, os moradores arremessaram pedras contra a casa, retiraram o idoso da residência e passaram a espancá-lo.

Quando os policiais chegaram ao local, tiveram de usar spray de pimenta para acalmar os ânimos. O pedreiro foi levado para atendimento médico, onde foi constatado que ele sofreu fratura facial.

Segundo relatos, os moradores da região já observavam o suspeito há um tempo, por considerarem algumas atitudes e a movimentação da casa estranhas. No entanto, na última noite, algumas famílias estavam sentadas em frente às suas residências quando repararam que o morador andava de um lado para o outro, em frente à casa onde vivem uma mulher e suas três filhas, todas menores de idade. Minutos depois, o suspeito voltou para sua residência.

Em seguida, uma das crianças teria cruzado a rua correndo, em direção à casa dele. Isso acendeu um alerta nos moradores. Três rapazes entraram na casa do suspeito e viram quando o homem colocou suas partes íntimas na boca da criança. Imediatamente, o trio puxou o suspeito para fora da casa e começou a espancá-lo.

Em pouco tempo, vizinhos se juntaram e, além de agredi-lo, passaram a atear fogo na residência. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros atenderam a ocorrência.

Segunda denúncia

Esta é a segunda denúncia de abuso contra criança que termina com casa incendiada na Capital, em menos de uma semana. No dia 16 deste mês, um homem teve a casa destruída em um incêndio, após moradores saberem que o morador era suspeito pelo estupro de três crianças, na região da , em Campo Grande.

Uma moradora, mãe de uma das crianças que teria sido abusada, contou aos policiais que havia descoberto que o homem cometeu o crime não só contra a sua filha, mas contra outras duas crianças, na região.

Conforme o relato dela, ao notar o nervosismo e comportamentos estranhos das filhas, as mulheres tomaram conhecimento dos abusos por meio de relatos das próprias crianças e registraram B.O. (boletim de ocorrência) na Polícia Civil.

No entanto, alegam que não obtiveram retorno do Conselho Tutelar, o que motivou a mobilização da comunidade. Revoltados, os moradores atearam fogo na residência, gritando por Justiça. Também foi relatado pela mãe de uma menina de 6 anos que a esposa do possível autor tentou conversar, argumentando que passar a mão e dar beijos não era abuso e que ela deveria provar as acusações feitas.

A casa foi totalmente destruída pelas chamas e depredada. Com a Polícia Militar no local, o homem apareceu junto da esposa e se indignou com a situação. Ele negou os crimes aos policiais.

A polícia lançou gás lacrimogênio para dispersar a população. A informação é de que o acusado também foi à delegacia, onde fez um B.O. contra as acusações e o ocorrido.

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