7 de maio de 2026

MS registra aumento de dengue e Chikungunya em áreas rurais do estado

Focos de dengue estão espalhados por 19 assentamentos, 17 aldeias e 130 fazendas e sítios

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) realizou um mapeamento que mostrou um aumento nos casos de dengue e Chikungunya nas áreas rurais do Estado. O objetivo desse levantamento é identificar os focos de transmissão, para que as equipes de saúde possam tomar medidas mais eficazes e adaptadas a cada localidade.

“A identificação precisa dos focos é um passo fundamental para garantir a implementação de ações rápidas e específicas, reduzindo os impactos dessas doenças na população”, explicou Jéssica Klener, gerente de Doenças Endêmicas da SES.

A preocupação com o aumento de casos nas zonas rurais se deve à grande extensão dessas áreas, o que dificulta a implementação de medidas de controle e aumenta os desafios para combater as doenças.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) aponta que os focos de dengue estão espalhados por 19 assentamentos, 17 aldeias e 130 fazendas e sítios, mostrando a complexidade do controle em regiões tão vastas.

Em algumas dessas localidades, a falta de endereços bem definidos dificulta ainda mais o trabalho de monitoramento, tornando necessário um acompanhamento mais detalhado.

Dados – Os maiores números de casos de dengue foram registrados nos municípios de Miranda (53 casos), Aquidauana (19 casos), Sete Quedas (11 casos) e outros. Em Miranda e Aquidauana, a maioria dos casos está concentrada em aldeias indígenas, o que exige atenção especial para essas comunidades.

Em relação à Chikungunya, as cidades com maior número de casos confirmados na zona rural são Maracaju (19 casos), Tacuru (8 casos), Dois Irmãos do Buriti (7 casos), entre outras. Em Maracaju, 22,6% dos casos notificados foram positivos para a doença. Também houve um óbito por Chikungunya registrado na zona rural de Dois Irmãos do Buriti.

A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, reforça a importância de identificar os focos de transmissão para desenvolver estratégias de controle eficazes nessas áreas. “O mapeamento permite que as ações de controle sejam mais precisas e eficientes”, afirma.

Orientação – A SES orienta os municípios a intensificarem campanhas de conscientização e realizar mutirões para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue e Chikungunya. Além disso, a secretaria reforça o atendimento nas unidades de saúde, principalmente nas áreas mais afetadas. Fonte: Campo Grande News

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