7 de maio de 2026

‘Equilibrado e com forte chance de ser aprovado’, avalia Vander sobre arcabouço fiscal

A conclusão e apresentação do relatório final do arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados, na noite desta segunda-feira (15), eram aguardadas por deputados federais de Mato Grosso do Sul que participam dos debates a respeito da proposta federal. Para o deputado Vander Loubet (PT), o projeto tem “fortes chances” de ser aprovado.

Na avaliação do deputado, o relatório final apresentado pelo relator Cláudio Cajado (PP-BA) ficou equilibrado. Segundo ele, houve uma série de conversas entre a base do governo, o relator e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para definição do que entraria no texto.

“A grande questão que estava ainda gerando debate eram os ditos gatilhos, mas isso foi colocado no texto, então entendo que temos um texto com forte chance de ser aprovado”.

Loubet afirmou, ainda, que apesar dos gatilhos inseridos no texto, o Governo Federal não tem interesse em estourar gastos em razão de investimentos que poderiam ser reduzidos nos anos seguintes.

“É do maior interesse do governo manter as contas em dia, justamente para poder ampliar o investimento público, que vai ajudar o país a recuperar sua fase de crescimento. Além disso, o próprio pacote da nova regra fiscal tem como meta zerar o déficit em 2024 e ter superávit em 2025 e 2026”, disse.

O que muda com o arcabouço fiscal

O arcabouço fiscal é um pacote com regras fiscais propostas pelo Governo  na intenção de frear gastos e equilibrar as contas da União.

Conforme o relatório apresentado na Câmara Federal, uma das principais novidades é que o arcabouço prevê uma espécie de gatilhos caso o governo federal não cumpra com as metas fiscais. Sem cumprimento das metas, a União não pode abrir novos concursos públicos, aumentar salário de servidores e ficará limitada em algumas despesas, como o piso da enfermagem e o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

Outras duas medidas previstas no arcabouço estabelecem punições escalonadas em caso de não cumprimento das medidas. Apesar de poucas alterações em relação ao texto enviado pelo Governo Federal, a base do projeto foi mantida.

O texto também propõe que as despesas do Governo Federal fiquem limitadas a 70% do crescimento das receitas nos últimos 12 meses. Ou seja, os gastos só poderão aumentar se a arrecadação subir.

A União também pretende zerar, no ano que vem, o déficit federal e voltar a gerar superávit primário nos próximos anos. A meta é que até 2026 o  estabilize a dívida pública. Fonte: Midiamax

Populares da Semana

PM convoca remanescentes dos concursos de soldados e oficiais para cursos de formação

O Comandante-Geral da Polícia Militar de Mato Grosso do...

57º Aniversário do Distrito Doutor Oliveira Castro é Celebrado com Grande Festa

No último domingo (19), o Município de Guaíra, por...

Menina de 2 anos morre afogada em piscina durante confraternização de família em Campo Grande

Uma menina de 2 anos, identificada como Helena Nobrega...

‘Surtos’ em 2 cidades elevam para 346 os casos de coronavírus em MS

Dados totalizados às 10h deste sábado (9) apontam que...

Garota revela que ela e irmã com microcefalia eram estupradas por padrasto em Campo Grande

Durante um encontro de família em Campo Grande, uma garota...

Artigos Relacionados

Categorias Populares