7 de maio de 2026

Governador de MS avalia como inaceitável ‘depredação de patrimônio público’ em Brasília

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), avaliou como “inaceitável” a manifestação deste domingo (8) em Brasília (DF), que culminou na invasão do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do STF (Supremo Tribunal Federal). As forças de  já retomaram a Praça dos Três Poderes.

“É inaceitável na nossa democracia o uso da violência, o vandalismo e a depredação de patrimônio público e privado em quaisquer tipos de manifestações. Não podemos aceitar a afronta à democracia e ao Estado democrático de direito”, publicou o governador nas redes sociais.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), decretou intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal.

Governadores oferecem envio de tropas

O Fórum Nacional de Governadores ofereceu o envio de policiais para ajudar na  da segurança na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes. A entidade fez uma reunião de emergência na tarde de hoje (8), após extremistas invadirem as sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para pedir a anulação das últimas eleições presidenciais.

O encontro reuniu tanto governadores como secretários estaduais de Segurança Pública. O Fórum Nacional de Governadores também emitiu uma nota de repúdio aos atos antidemocráticos na área central de Brasília.

Leia a nota da entidade:

“O Fórum Nacional de Governadores externa sua absoluta repulsa ao testemunhar os gravíssimos e inaceitáveis episódios registrados hoje no Distrito Federal, os quais revelam a invasão da Praça dos Três Poderes, seguida da ilegal vandalização das dependências do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal por manifestantes golpistas, irresignados com o resultado das eleições legitimamente encerradas no País, e publica a presente nota de apoio à democracia, condenando quaisquer atitudes violentas e posturas irresponsáveis que ponham em risco a integridade do estado democrático de direito.

As governadoras e os governadores brasileiros, colocando-se à disposição para o envio de forças militares estaduais destinadas a apoiar a situação de normalidade nacional, exigem a apuração das origens dessa movimentação absurda e a adoção de medidas enérgicas contra os extremistas e aqueles que permitiram, por negligência ou conveniência, tal situação, bem como a subsequente penalização de seus responsáveis.”

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