8 de maio de 2026

Senador Nelsinho Trad intervém pelos empresários de MS

Parlamentar se une aos senadores do Centro-Oeste e pede que novas regras do FCO – com taxas de juros mais baixas- entrem em vigor
O líder do PSD no Senado Federal, senador Nelsinho Trad (MS), apoiou a iniciativa do senador Vanderlan Cardoso (GO) de  convocar os parlamentares da Região Centro-Oeste para exigir do Banco do Brasil a agilidade para que as novas regras do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) entrem em vigor com urgência. “Sigo comprometido em buscar as melhores condições de acesso ao FCO e sensibilizado com a situação de trabalhadores e empresários diante dos riscos de falência e desemprego”, disse o senador Nelsinho Trad ao grupo em reunião semipresencial na liderança do PSD.
De acordo com o senador Nelsinho Trad, a reunião foi convocada para buscar esclarecimentos do Banco do Brasil. O diretor de Governo do Banco do Brasil, Paulo Bouças, e o diretor Executivo do banco, Jose Carlos Martins, esclareceram sobre os ajustes necessários no sistema. “Eles se colocaram à disposição para dar as respostas dos outros questionamentos. Em paralelo, continuamos em busca de melhorias para a contratação das taxas enquanto esses ajustes são feitos”, comentou o senador Nelsinho Trad, em resposta ao clamor dos empresários de Mato Grosso do Sul.
A partir da união dos parlamentares com as federações de indústrias e o auxílio da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SUDECO), Nelson Fraga e sua equipe, houve a aprovação no começo deste ano, da Resolução 4.989, expedida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), para redução das taxas de juros do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). No entanto, segundo o presidente da FIEMS (Federação da Indústria de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, os valores ainda não foram adotados. “Nossa preocupação é que nossos associados, empresários do meu estado e dos demais estados atendidos pelo FCO, estão ficando em situação ruim. Quem está devendo avalia que sua empresa está com dificuldade de pagamento e com desenho claro de que a situação vai piorar. Precisamos de definição rápida do assunto, senão , até o final do ano, estaremos discutindo a inadimplência do fundo, que está se aproximando de números assustadores”, explicou Longen.
O diretor do Banco do Brasil, Paulo Bouças, afirma que o sistema deve estar pronto para migração das taxas em agosto e se comprometeu em esclarecer, ainda nesta semana, outros pontos questionados pelos empresários como a possibilidade de devolver os valores pagos a mais desde que a resolução foi aprovada. “Nós seguimos atentos no Senado Federal para buscar melhores condições de acesso ao FCO, enquanto o sistema do Banco do Brasil é ajustado”, destacou o senador Nelsinho Trad.​

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