Riedel e Paulo Corrêa discutem regulamentação do gás natural

O secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, Eduardo Riedel, afirmou ontem (08/06) que a regulamentação do gás natural irá aumentar a competitividade energética de Mato Grosso do Sul e atrair ainda mais investimento em infraestrutura. O secretário faz parte do grupo de trabalho, composto por instituições representativas nas decisões relacionadas à regulação do produto.

“É um exemplo do trabalho em prol do desenvolvimento comum, unindo todos os agentes envolvidos, como o setor produtivo representado pela Fiems, pelo Governo do Estado, a agência de regulação, a Companhia de Gás, a Assembleia Legislativa”, explicou Riedel, na primeira reunião realizada terça-feira, na sede da Fiems (Federação das Indústrias de MS).

Os objetivos , segundo o secretário, são permitir que o Estado tenha energia mais barata para oferecer às empresas. “Ganham os setores econômicos, ganha o Estado e por fim a população”, acrescenta. Riedel diz que, dessas discussões, sairá um projeto de lei moderno, com medidas que irão garantir a execução do programa, um dos planos mais audaciosos da gestão de Reinaldo de Azambuja.

Economista da Confederação Nacional da Indústria, Rennaly Patrício Souza esclareceu que a CNI trabalhou intensamente na regulação do gás. Segundo ela, recentemente foi publicado o decreto regulador com pontos discutidos por mais de dez anos.

”A nova lei traz regras claras, segurança jurídica aos investidores, proibição de novo monopólio e integração de mercados”, garante a especialista, que deu detalhes sobre o funcionamento da cadeia produtiva do gás, do escoamento e processamento ao mercado.

Competitividade

Para o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que preside o grupo, o projeto tem objetivo de garantir a defesa dos interesses de todos os envolvidos no processo.

“O debate teve início em Brasília, abrindo a discussão para que os Estados pudessem avançar no uso e na compra do gás natural, no mercado livre. O objetivo é buscar ferramenta de desenvolvimento, permitindo que as empresas possam comprar gás natural a preços competitivos, com uma legislação moderna para atrair investidores”, destaca Longen.

Jaime Verruck, secretário de Meio Ambiente, Produção e Agricultura Familiar, defende olhar estratégico para o gás. “O impacto com o aumento da importação de quantidade maior do produto será excelente”, acrescenta.

Com a Subsecretaria de Comunicação de MS

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