11 de fevereiro de 2026

‘Pico deve ser em julho’, alerta secretário de saúde após texto no WhatsApp

Pico da covid-19 nesta semana e cuidados a serem tomados para evitar o contágio. Tudo pode parecer muito factível, mas como já diz o ditado, nem tudo o que reluz é ouro. Compartilhado até por autoridades locais, uma informação não é real – não é toda ela – e nem sua autoridade, atribuída pelo secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.

“Fizeram esse texto e publicaram com meu nome, mas o autor não sou eu. Faça coisas que andam caminhando, piorando ou o pico deve vir durante julho, não agora. Gostaria de comentar sobre isso ao vivo [que acontece às 10h30] , mas preferi não polemizar. Apesar de serem notícias falsas, defendemos algumas coisas que estão ali “, explica Geraldo.

Ele se refere aos alertas sobre aumento de casos, problemas que podem causar o avanço da doença e trazer o sistema de saúde e os demais setores da sociedade, entre outros. “Faltou falar sobre a necessidade de máscara”, comenta o secretário, voltando para o negativo e o pico de casos de contágio segue agora.

“Temos que agir para como as coisas mudam, mas precisamos da compreensão da população”, conclui Resende, que hoje anunciou ao vivo os números de registros do Facebook da covid-19 no Mato Grosso do Sul e já demonstrou grande preocupação sobre uma situação.

Oito mortes em 24 horas

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou mais oito mortes no Covid-19 em Mato Grosso do Sul, considerada registrada em 24 horas. Com isso, o Estado contabiliza 55 ameaças de doenças, causadas pelo novo coronavírus. Geraldo reclamação que uma grande parcela da população está “pouco se lixando” para as ações de retenção.

Além dos períodos, também há novos casos, que chegaram a marca de quase 400, outro registro registrado segundo boletim divulgado na manhã desta terça-feira (23). A situação aceita ou sinal de alerta quanto à ocupação hospitalar.

“Nós vamos divulgar números horrorosos, vamos bater ou gravar casos e casos de morte. Infelizmente, é o retrato da população que não causa forma alguma, cujo dever mínimo é a contribuição mínima para aquela doença que não chegará tão forte quanto chegou aqui”, disse em entrevista ao rádio CBN Campo Grande. 

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