7 de maio de 2026

Pandemia faz 2020 ano perdido para educação

Especialistas e professores concordam: 2020 é um ano perdido para a educação. Uma pandemia forçou como escolas a ministrar disciplinas de forma remota, mas o aproveitamento não é o mesmo. 

“Nossos alunos têm dificuldades muito grandes em aprender conteúdos pela internet. Não estamos aplicando uma educação à distância. O que vemos hoje, é o ensino remoto. Os professores não estavam preparados e, além disso, uma carga horária nem deveria ser a mesma do tradicional ”, disse ao Correio do Estado da Educação em Ângela Maria Costa.

Na opinião dela, é preciso pensar em um planejamento focado em 2021 para compensar a carga horária deste ano.

É possível comparar o uso de conteúdos repassados ​​ao vivo e núcleos de ambientes escolares com aqueles enviados pelo WhatsApp, em aplicativos de reuniões, vive em redes sociais, postado no YouTube ou transmitido pela televisão. O problema afeta tanto os estudantes da rede em particular quanto a pública, embora quem tenha mais acesso à tecnologia sair um pouco melhor. 

“A diferença entre os alunos das escolas particulares e públicas existe há décadas, só piora com uma pandemia”, afirma Ângela.

DESEMPENHO

Talvez quem ainda tenha algumas séries adiante antes de concluir os estudos consiga recuperar ou recuperar o tempo perdido, mas para quem está concluindo o Ensino Médio, o impacto da Covid-19 vai ocorrer no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

“A prova é fazer conta que nada está acontecendo. Pode ser executado, mas a desigualdade será ampliada. Esse ensino remoto não contém tantos conteúdos do edital. Não existe parâmetro para comparar alunos das escolas públicas com quem tem condições de pagar um cursinho ”, diz Ângela.

DÚVIDAS

O retorno das aulas na rede em particular está marcado para julho e na público em agosto. Ângela duvida que como coisas acontecem exatamente dessa maneira. Como o novo coronavírus é imprevisível, ela acredita que mais cedo ou mais tarde, como aulas devem permanecer remotas novamente.

“As crianças passam quatro horas na escola e 20 horas com a família. Como pode ser controlado a circulação das crianças em casa? Quem vai na casa delas? Onde que elas vão? Isso é um contrassenso.

Fonte: Correio do Estado

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