7 de maio de 2026

Sete já “venceram” a Covid-19 em Mato Grosso do Sul

Sete pacientes já venceram manifestações mais graves da Covid-19 em Mato Grosso do Sul. São pessoas que chegaram a ficar dias internadas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas cujos organismos conseguiram reagir e foram transferidas para enfermarias. Ao todo, o número de curados em casa e os que receberam altade hospitais supera a quantidade de infectados que ainda se recuperam.

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, disse nesta terça-feira (21) que pacientes críticos têm permanecido em média 19 dias em leitos que exigem monitoramento constante. Atualmente, dez permanecem nessas alas, nove do Estado e um paraguaio que não entra nas estatísticas por ter cruzado a fronteira já contaminado, e por isso entra na conta do país vizinho.

Ao comparar os dados dos boletins epidemiológicos divulgados desde a confirmação do primeiro caso (14 de março), o Correio do Estado apurou que 38 pessoas precisaram ficar hospitalizadas em razão da doença, o que equivale a 21,9% do total de 173 casos registrados até o momento.

De todas essas, 17 já receberam alta na conta feita pela reportagem. Quando as informações começaram a ser publicadas pela Secretaria de Saúde, os dados não vinham compilados, como passou a acontecer somente a partir do dia 7 de abril.

Antes, o boletim trazia uma tabela com a idade, sexo do paciente e o local onde ele estava. Analisando dia a dia foi possível contar, ao longo dos onze primeiros dias de contágio em Mato Grosso do Sul, quantos deixaram a internação para o isolamento domiciliar.

É por isso que a conta da reportagem soma um paciente a mais de alta médica em relação ao boletim epidemiológico, já que é possível que algum paciente possa ter retornado à unidade de saúde ou que as informações oficiais desconsiderem, por exemplo, que a idosa morta pela doença em Três Lagoas chegou a ser mandada para casa antes de retornar ao Hospital Nossa Senhora Auxiliadora e falecer.

Outras 70 pessoas se curaram em casa após quarentena. Isso quer dizer que metade dos que testaram positivo para Covid-19 já estão recuperadas (50,28%).

A mortalidade do vírus no Estado é de 3,5%. Todas as vítimas tinham mais de 60 anos e sofriam de outras doenças, o que ajuda a agravar ainda mais o quadro clínico. Em metade dos casos as equipes sequer conseguiram identificar como ou quando as pessoas pegaram a doença.

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