7 de maio de 2026

Mundo Novo inaugura Estação de Transbordo, acaba com ‘lixão’, e vice-prefeita cita ‘revolução’ no setor em três anos

#Semcos

Investimento de mais de R$ 900 mil resulta em transporte de lixo para Oca Ambiental e necessidade de reciclar

Por muito tempo a Usina Processadora de Lixo (UPL) foi chamada de ‘lixão’ pela população de Mundo Novo. Esta realidade chega ao fim com a inauguração da Estação de Transbordo, localizada no mesmo local de funcionamento da antiga UPL.

A obra custou R$ 904.793,55. Deste valor, R$ 651.034,84 da Itaipu Binacional e R$ 253.758,71 do município. Desta feita, o local passa a ter uma guarita na entrada, cercamento completo e a unidade de transbordo, onde os containers receberão o lixo dos caminhões das Coleta Comum.

Os resíduos serão levados para a Oca Ambiental em Dourados, para o aterro sanitário. Até esta data, alguns catadores faziam a separação na atual estação de transbordo. Com o final deste serviço, o valor gasto com a destinação para a Oca deve aumentar.

Atualmente, cerca de R$ 300 mil anuais são gastos com o aterro.

Marcelo Uliana, técnico regional da Itaipu – que esteve acompanhado da analista ambiental Luana Lenhard do Parque Tecnológico de Itaipu (PTI) -, explicou que a população terá que escolher se o dinheiro do município irá para o aterro sanitário ou para os catadores da Unidade de Valorização de Recicláveis (UVR).

“É bem simples. Ou nós separamos o lixo e enviamos a maior parte, que é reciclável, para a UVR e geramos renda para os catadores, ou não separamos e mandamos tudo para o caminhão do lixo comum e pagamos para o tratamento do lixo em Dourados”, apontou Uliana.

REVOLUÇÃO VERDE: MAIS DE TRÊS MILHÕES DE REAIS EM TRÊS ANOS

Já a vice-prefeita Rosária Andrade lembrou do grande investimento dos últimos anos e da melhora da infraestrutura para o trabalho dos catadores. Citou a aquisição de três novos caminhões para coleta de lixo (um do Comum e dois da Seletiva), cercamento do Horto Florestal, triturador de galhos, construção da UVR e maquinários adquiridos e agora a estação de transbordo.

Só no setor ambiental são mais de três milhões de reais investidos (nos últimos três anos) e deste valor, cerca de um milhão de reais é de recurso do município.

“Alguns perguntam onde está o recurso do município. Está nos investimentos das obras. Em todas elas tem uma contrapartida considerável do município nas parcerias com os governos estadual e federal e com a Itaipu”, explicou a vice-prefeita.

Estiveram presentes vários secretários municipais e demais integrantes do governo local, integrantes da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) – dentre eles o gerente Leandro marra -, e a vereadora Eliete Tell.

A equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, capitaneada pelo secretário Vanderlei Botega, esteve presente. Destaque para os catadores da UVR, para Jaqueline Meireles (coordenadora da Coleta Seletiva), Margarete Pusipe (diretora de Limpeza Pública) e Teodoro Menezes (diretor de meio Ambiente).

Texto e reportagem: Jandaia Caetano/Semcos

Edição: Carina Yano/Semcos

Imagens: Carina Yano/Semcos – Jandaia Caetano/Semcos

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