Muitos setores tiveram suas atividades paralisadas devido a disseminação do novo coronavírus. No entanto, em Mato Grosso do Sul, as obras do estado não foram paradas.
Na tentativa de preservar empregos e a saúde dos trabalhadores, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) concedeu às empresas prestadoras de serviços – de construção, manutenção e reparo em obras civis e rodoviárias – a opção de paralisar ou não as atividades.
Segundo a agência, a suspensão obrigatória dos serviços poderia gerar demissões em massa, por isso, foi consentido que as empresas pudessem escolher como procederiam diante da pandemia do coronavírus, mantendo os serviços ou paralisando.
Sendo assim, nenhuma obra foi paralisada, mas os profissionais tiveram alterações na escala, além, claro, de seguir as medidas de prevenção no combate à proliferação e contágio da doença.
Pacote de obras
No início de março, o governador Reinaldo Azambuja lançou o pacote de obras em Mato Grosso do Sul. No valor de R$ 4,2 bilhões, ele contempla os 79 municípios do Estado.
As obras visam estruturar os setores de infraestrutura, saúde, educação e segurança pública, entre outras áreas. Os recursos prometem melhorar a vida de 2,7 milhões de pessoas que vivem em Mato Grosso do Sul, conforme estimativa do IBGE em 2019.
Campo Grande vai receber um investimento superior a R$ 180 milhões para melhorar o deslocamento, com o novo acesso às Moreninhas, a partir da avenida Guaicurus. Outro é a revitalização de uma das principais avenidas da Capital: a Mato Grosso. Serão recapeados 2,84 quilômetros, da Rua Ceará à Avenida Calógeras.

