O Índice ambiental provisório coloca o município com participação de 2,3561 no cálculo estadual, contribuindo para a definição dos repasses relacionados à preservação ambiental e à gestão de resíduos sólidos. Os dados foram publicados no Diário Oficial do Estado do dia 08 de outubro de 2026, por meio da Resolução Semadesc/MS nº 171, de 6 de outubro, os municípios tem vinte dias corrido para recorrer.
O cálculo considera critérios ambientais relacionados às unidades de conservação, terras indígenas e resíduos sólidos urbanos, quanto maior o índice, maior a fatia do ICMS Ecológico que a cidade recebe, para o ano 2026 o valor a arrecadar correspondeu a R$3.944,285.00.
O resultado é importante para o planejamento financeiro do município, pois o ICMS Ecológico funciona como um mecanismo de distribuição de parte da arrecadação estadual, levando em consideração ações e condições ambientais dos municípios.

Para o índice Unidades de Conservação foram avaliadas as Áreas de Proteção Ambiental da Bacia do Rio Iguatemi, Ilhas e Várzeas do Rio Paraná e Parque Nacional Ilha Grande. Já para o índice resíduos sólidos são avaliados três critérios: 1) Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, 2) disposição adequada e 3) coleta seletiva.
Em relação ao ano anterior houve uma variação de 1,999 pontos, o aumento corresponde aos resultados de investimentos na coleta seletiva do Munícipio.
Quando avaliado individualmente o critério coleta seletiva, o município obteve a 5◦ posição com 0,0104 pontos, tendo na liderança o município de Maracaju com 0,0155, seguidos por Amambai com 0,0109, Dourados 0,0109, Iguatemi 0,0104, Mundo Novo 0,0104 e Três Alagoas também 0,0104.
O desempenho está relacionado ao trabalho desenvolvido pelo Governo de Mundo Novo que desenvolve ações voltadas a conscientização e preservação ambiental, entre elas orientação sobre a separação de resíduos recicláveis e conscientização sobre o descarte correto.



