8 de maio de 2026

Presa bancária que ajudava marido em assaltos nas agências onde trabalhava

Foi presa na noite desta segunda-feira (22), quando chegava em sua casa no bairro Universitário, em Campo Grande, Nilmara de Souza Rosa, acusada de envolvimento nos roubos a agências bancárias da Capital em 2016 e no dia 15 deste mês. Ela passa poe audiência de custódia nesta terça-feira (230.

Nilmara trabalhava em uma empresa terceirizada que prestava serviços a outras empresas e bancos. No último roubo ocorrido na agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida Marechal Deodoro, a acusada trabalhava como telefonista.

Ela foi presa por volta das 22h30 por equipes do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), e em seu depoimento contou que em 2016 quando do roubo ao Banco do Brasil, de onde foi levado R$ 1 milhão teria sido abordada por um desconhecido em um restaurante que teria feito proposta de que ela passasse informações sobre a rotina da agência.

Nilmara disse estar separada de Anderson que foi preso no domingo (21), depois do cumprimento de mandados de busca e apreensão para sua casa. Na residência, um revólver foi encontrado. A arma seria de um segurança que estava no banco em 2016 durante o assalto. O segurança teve a arma levada pelos bandidos.

Ainda durante seu depoimento, Nilmara contou que passava por dificuldades financeiras na época do assalto a agência do Banco do Brasil, e que seu filho estava com problemas de saúde. Ela disse não saber da arma guardada em casa.

Durante a prisão de Anderson, ele não soube explicar sobre o armamento, mas confirmou aos policiais que vivia com Nilmara havia 14 anos, e admitiu que sabia que ela era suspeita da participação do roubo à agência, passando informações para os ladrões.

Depois do roubo ao banco, de acordo com a Polícia Civil, Nilmara foi transferida para a agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida Marechal Deodoro, sendo que no dia 15 deste mês houve um assalto e de lá os bandidos levaram aproximadamente R$ 200 mil. A assessoria de imprensa da Caixa Econômica informou que a mulher não era funcionária do banco e sim, prestava serviços pela empresa terceirizada, contratada pela agência.

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