Candidato a senador, Reinaldo Azambuja (PL 222) voltou a defender neste domingo (23) a redução do custo de vida da população e reafirmou o compromisso de fazer um mandato municipalista. As declarações foram feitas diante de um público de 2 mil pessoas, no Comitê Central da coligação “Fazendo o Futuro Acontecer (PL, União Progressista União-PP, Republicanos, Federação PSDB-Cidadania, PSD, MDB, Podemos e Avante), em Campo Grande, durante o lançamento da campanha do vereador Junior Coringa (MDB) à deputado estadual.
“E eu quero estar lá em Brasília para defender vocês, defender Mato Grosso do Sul, trazer recursos para os municípios, colocar as emendas que são importantes. Um senador hoje tem muitos recursos para fazer apoio para obra, para o social, para projetos da educação, da saúde, e o senador pode ajudar muito”, disse Reinaldo.
Ele criticou os gastos do governo federal com a própria máquina pública enquanto o custo de vida sobe para as pessoas. “Não adianta a gente tapar o sol com a peneira. A vida não está fácil para ninguém. O custo de vida aumentou. O que você comprava quatro anos atrás, você não compra hoje a mesma coisa. O endividamento está alto e o nosso Brasil pode mais, pode crescer mais. Só que tem que parar um pouquinho com essa gastança. Não dá para ficar gastando em Brasília, nós temos que ter menos Brasília e mais Brasil!”.
Para Reinaldo, o governo federal precisa “enxugar” o número de ministérios (hoje são 38), assim como ele fez na gestão estadual reduzindo o número de secretarias de 19 para 11. Ele foi governador de 2015 a 2022.
Ressaltando a importância do voto para o cargo que disputa, o candidato explicou ainda que o Senado é a “casa do equilíbrio federativo” porque todos os estados têm o mesmo número de representantes, independente da população.
“Eu quero pedir a oportunidade para vocês. Já fui prefeito, fui o prefeito mais jovem do Mato Grosso do Sul lá em 1996. Naquela época essa cabecinha aqui era pretinha, agora ela branqueou, mas eu fui deputado estadual, federal e 8 anos governador. E agora eu coloquei meu nome como candidato ao Senado. E o Senado é a casa onde tem o equilíbrio federativo. São Paulo tem 40 milhões de habitantes, Mato Grosso do Sul tem 3 milhões de habitantes, mas cada estado, São Paulo e Mato Grosso do Sul, tem três senadores”, finalizou.

