22 de setembro de 2026

Deputados e prefeitos não são investigados na Operação Gutenberg, afirma Chefe do Ministério Público

De acordo com Romão Ávila as provas reunidas pelo Gaeco não apresentaram indícios que justificassem a abertura de procedimento sobre uma eventual participação de autoridades citadas nas conversas.

O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Romão Ávila Milhan Júnior, esclareceu que deputados estaduais e prefeitos, citados durante conversas em celular apreendido na Operação Gutenberg, não são alvo de investigação do Ministério Público.

A afirmação foi feita em entrevista ao podcast Política de Primeira, divulgada nesta segunda-feira (20).

O procurador esclareceu que o caso foi encaminhado ao Ministério Público para que fosse feita análise sobre citações de autoridades com foro. “Nós tivemos uma operação em que um dos envolvidos teve o celular apreendido com conversas nas quais foram citados nomes de algumas autoridades”, afirmou.

Contudo, o chefe do Ministério Público Estadual adiantou que a simples menção ao nome de agentes políticos em conversas ou registros obtidos durante a apuração conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), não constitui indício de participação no esquema investigado.

– “Temos que ter muita cautela. Não encontramos elementos mínimos que pudessem motivar a abertura de uma investigação específica sobre o possível envolvimento de agentes políticos neste caso”, declarou.

De acordo com Romão Ávila as provas reunidas pelo Gaeco não apresentaram indícios que justificassem a abertura de procedimento sobre uma eventual participação de autoridades citadas nas conversas.

– “Há a citação deles, os nomes deles, no celular, mas a simples citação não quer dizer que tenham praticado qualquer ato no caso. Não há investigação contra esses agentes políticos que foram citados, deputados ou prefeitos. A investigação é sobre um servidor e particulares envolvidos ali”, esclareceu Romão Ávila.

Por essa razão, ele determinou o retorno dos autos para que a investigação tivesse continuidade apenas em relação aos investigados originais, alvos de mandados de busca e apreensão e prisão, cumpridos no dia 7 de julho.

Operação

Deflagrada em julho de 2026, a Operação Gutenberg apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de movimentar cerca de R$ 27 milhões em fraudes na compra de livros paradidáticos e em desvios de recursos da saúde pública.

Conforme as investigações, o grupo utilizava a Central Estadual de Regulação para condicionar a liberação de leitos, exames e cirurgias do Sistema Único de Saúde (SUS) à contratação de materiais da Editora Avante por municípios sul-mato-grossenses. Fonte: Portal MS News

Populares da Semana

Prefeitura de Itaquiraí paga junho amanhã e 50% do décimo terceiro dia 01

O prefeito Ricardo Fávaro Neto confirmou na manhã de...

Câmara de Mundo Novo aprova LDO para 2024 e Emenda Modificativa 002/2023

A Câmara de Vereadores de Mundo Novo, aprovou em...

Prefeita Fabiana participa de Encontro de Prefeitas e Gestores de Saúde

A prefeita de Eldorado, Fabiana Lorenci (PP), participou na...

Em 7 dias, operação destrói 520 toneladas de maconha na fronteira

Em sete dias, a 33ª edição da Operação Nova...

Entrega dos uniformes para o time da Assomasul 2025

#mundonovo Na manhã desta sexta-feira (11), a prefeita Rosaria Lucca...

Governo inicia obra de asfalto e drenagem no Distrito do Morumbi

Obra, a pedido da Gestão Municipal e da Câmara...

Câmara de Iguatemi aprova Projeto de Lei sobre a Política Municipal de Alfabetização

Durante a sessão ordinária realizada na última segunda-feira, dia...

Aluno Imunizado: 2ª edição de 2026 começa em outubro em Mundo Novo

#mundonovo O Governo de Mundo Novo, por meio da Secretaria...

Novo supermercado chega a Mundo Novo e abre oportunidades de emprego

Uma nova empresa está chegando a Mundo Novo e...

MUNDO NOVO: centenas de pessoas recebem Paulo Corrêa

Em Mundo Novo na noite desta segunda-feira, centenas de...

Artigos Relacionados

Categorias Populares