8 de fevereiro de 2026

Eduardo Riedel e Barbosinha: compromisso em acabar com a pobreza extrema em Mato Grosso do Sul

Há declarações políticas que se perdem no ruído cotidiano, e há aquelas que se erguem como marcos de esperança. Quando o governador Eduardo Riedel e seu vice Barbosinha assumem o compromisso de eliminar a pobreza extrema em Mato Grosso do Sul, não se trata apenas de uma promessa administrativa: é um gesto que toca o coração da filosofia do governar.

Construir obras estruturantes, erguer estradas, hospitais e escolas é tarefa que projeta o Estado para o futuro, colocando-o entre os melhores do Brasil. Mas há uma dimensão mais profunda, invisível aos olhos das estatísticas: governar para as pessoas. E é nesse ponto que a política deixa de ser apenas técnica e se torna ética.

A pobreza extrema não é apenas ausência de renda; é ausência de dignidade, de oportunidade, de voz. Erradicá-la é devolver ao ser humano o direito de existir plenamente. É reconhecer que o progresso não se mede apenas pelo concreto das pontes ou pelo brilho dos prédios, mas pela luz que se acende na vida de cada cidadão.

Filosoficamente, governar é sempre um ato de escolha: escolher entre o imediatismo das obras que impressionam e o compromisso silencioso com aqueles que não têm nada. Riedel, ao declarar que governa também para as pessoas, sinaliza que compreende essa dualidade. O verdadeiro poder não está em dominar estruturas, mas em servir ao povo.

“Se o Estado é corpo, as obras são seus ossos e músculos; mas o povo é sua alma. E um corpo sem alma é apenas máquina”, afirma o vice-governador Barbosinha. O desafio de eliminar a pobreza extrema é, portanto, mais que um programa de governo: é uma convocação à humanidade, um chamado para que a política se reconcilie com sua essência — cuidar da vida.

Eduardo Riedel e Barbosinha, dupla bem entrosada e produzindo ótimos resultados para o MS

Que Mato Grosso do Sul, ao trilhar esse caminho, inspire outros lugares a compreender que o futuro não se constrói apenas com cimento e aço, mas com justiça e compaixão. Pois, no fim, governar é sempre decidir se o poder será usado para erguer muros ou para abrir caminhos. ///

 

*JORNALISTA, FILÓSOFO E RADIALISTA

Fonte: Redação da MS WEB RADIO

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