6 de março de 2026

Mais bois do que gente: em MS, para cada habitante há 6 cabeças de gado

Dono do 5º maior rebanho do país, Mato Grosso do Sul tem muito mais cabeças de gado do que de gente, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ao cruzar os dados da PPM (Pesquisa da Pecuária Municipal) com a estimativa populacional do último ano, o resultado é de seis cabeças de gado para cada pessoa que mora no Estado.

Ao todo, em 2023, o rebanho bovino em MS contabilizava mais de 18,8 milhões de cabeças, enquanto que a população estimada pelo último Censo era de 2,9 milhões de pessoas. Ao pensar na quantidade em porcentagem, o número de pessoas alcança somente 15% do quantitativo total de cabeças de boi.

Os maiores rebanho estão no Pantanal. Corumbá agrupa o maior número de bois em Mato Grosso do Sul, com mais de duas milhões de cabeças de gado, seguido por Aquidauana, com 853 mil. Na região leste do Estado, quem se destaca é o município de Ribas do Rio Pardo, com 826 mil cabeças de gado.

Ainda conforme o ranking, Porto Murtinho é a 4ª cidade com o maior rebanho, com 70 mil exemplares, seguido por Rio Verde de Mato Grosso, com 61 mil.

Ao comparar os dados com a quantidade de pessoas, o último Censo do IBGE mostra que há em Corumbá 99.107 mil habitantes; em Aquidauana, o número não chega a 50 mil habitantes. Em Ribas do Rio Pardo, são 23 mil habitantes, e a quantidade caí para 12 mil, em Porto Murtinho. Já no município de Rio Verde de Mato Grosso, são  20.393 moradores.

Apesar da quantidade de cabeças de gado estar na casa do milhões, a maior produção sul-mato-grossense é de galináceos – são 34 milhões de animais criados no Estado. Ao comparar com a quantidade de pessoas, são cerca de 16 galinhas para cada habitante de Mato Grosso do Sul.

Mesmo com a economia estruturada na produção de soja e gado, dados do último PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgado pelo IBGE, mostram que nos últimos 6 anos, 27 mil domicílios precisaram cortar a quantidade de alimentos do prato para a subsistência. Neste caso, as famílias são classificadas como em insegurança alimentar grave.

A pesquisa ainda mostra que 157 mil domicílios vivem em insegurança alimentar leve, tendo que mudar a qualidade dos alimentos oferecidos, sem sacrificar a quantidade…. veja mais em https://www.campograndenews.com.br

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