7 de maio de 2026

Polícia divulga cartaz com suspeito de esquartejar jogador

Polícia fez cartaz com imagem e divulgou telefone para tentar localizar Danilo Alves Vieira da Silva 

A Polícia Civil procura por Danilo Alves Vieira da Silva, de 19 anos, principal suspeito de matar a tiros e depois esquartejar o jogador de futebol Hugo Vinícius Skulny Pedrosa, 19, após uma festa na cidade paraguaia de Pindoty Porã, que faz fronteira com Sete Quedas – cidade a 471 km de Campo Grande.

Por meio de publicação nas redes sociais, a equipe responsável pelas investigações do homicídio divulgou o número de contato para localizar e prender Danilo. As denúncias são anônimas e podem ser feitas através do telefone (67) 3479-1480.

Conforme noticiado mais cedo, o mandado de prisão contra o acusado foi expedido pela Justiça após a reprodução simulada baseada no depoimento da ex-namorada do jogador, Rubia Joice de Oliver Luivisetto.

Prisão – Rubia Joice está presa desde esta segunda-feira (3), quando se apresentou acompanhada de advogados na Delegacia de Polícia de Tacuru. Ela foi interrogada ontem (4) em Sete Quedas. A polícia trabalha com a hipótese de a jovem estar envolvida em plano para matar o jogador, mas ela nega ser a mandante do crime, ter atraído Hugo até a casa dela e também ter ajudado a “dar fim” ao corpo do atleta.

A ex-namorada já havia sido ouvida pela polícia e ontem, admitiu que mentiu. No novo depoimento, contou que estava em casa com Danilo quando Hugo Vinícius teria invadido a residência e entrado no quarto dela, a xingando de vagabunda. Houve discussão e ela se levantou para empurrá-lo para fora de casa, quando de repente, pelas suas costas, Danilo atirou contra Hugo.

Ela diz que o “ficante” fez ameaças de morte a quem contasse sobre o ocorrido e então, ele e Maninho, que também estava no local, colocaram o corpo no carro de Rubia para se livrarem dele. Disse que não sabia o que havia sido feito do cadáver, muito menos do esquartejamento.

Outro lado – Em nota enviada à imprensa, os advogados Felipe Azuma e Alberi Dehn, que representam Rubia, disseram lamentar “o tratamento que está sendo dispensado por parte das autoridades públicas à uma mulher que não cometeu qualquer crime e teve apenas a infelicidade de estar presente no momento em que a vítima e o Danilo Alves Vieira da Silva iniciaram uma discussão após Hugo ter invadido o imóvel onde ela residia”. “Rubia teve sua casa invadida, foi xingada, tentou evitar a briga, não puxou o gatilho, não ocultou o corpo e, é a única pessoa que está presa”, também diz o texto.

A defesa ressaltou que provará a inocência da cliente. “Rubia não teve qualquer participação na dinâmica do crime”. – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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