7 de maio de 2026

Investigação aponta que PCC pode ser responsável pela morte de político na fronteira

A morte de Carlos Rubén Sánchez, o Chicharô, na manhã deste sábado (7), foi associada ao tráfico de drogas. Com passagens por envolvimento com o tráfico, organização criminosa, além da ligação com Jarvis Chimenes Pavão, Chicharô pode ter sido vítima do PCC (Primeiro Comando da Capital).

O ministro do Interior, Arnaldo Giuzzio, falou sobre o atentado, indicando que o crime seria ligado à máfia na região de fronteira, ligada ao narcotráfico. Carlos foi morto em casa, por um grupo de aproximadamente 10 pessoas fortemente armadas com fuzis. Ele foi executado em Pedro Juan Caballero, na divisa com Ponta Porã.

Ao site ABC Color, o ministro lembrou que Chicharô era conhecido pela ligação com o narcotráfico e que respondia a processos pelo crime, tanto no Paraguai quando no Brasil. Além disso, é acusado de financiar políticos de sua área de influência para conquistarem o poder na região de Amambay.

O ministro afirmou ainda que não vê outra ligação que não com o tráfico, na execução. A suspeita é ainda de que o crime tenha sido executado pelo PCC. Um carro em chamas foi encontrado no território paraguaio momentos após o crime e há relato de que o grupo usou vários veículos.

Chicharô teria passado a madrugada com amigos e foi executado a tiros de fuzil em casa, enquanto dormia. Testemunhas falam em cerca de 500 tiros.

Atentado e morte

Carlos sofreu uma tentativa de homicídio em dezembro de 2019, quando teve o carro atingido por pelo menos 17 tiros. Apesar da blindagem do carro, o político sofreu pequenos ferimentos no antebraço esquerdo por conta dos estilhaços do vidro. Segundo a Polícia Nacional do Paraguai, os tiros eram de fuzis 7.62, pistola 9 milímetros e escopetas de calibre 12.

Já em novembro de 2020, o advogado de Chicharô, Diego Rotela, foi executado, em Capitan Bado, quando saía da casa da namorada. Pistoleiros que estavam em uma motocicleta abordaram a vítima e a assassinaram a tiros.

Ameaça de morte

Em 2016, Carlos foi preso durante cumprimento de mandado, em razão da ameaça feita com armas de fogo contra o prefeito de Coronel Sapucaia, Rudi Paetzold. Suplente de deputado federal no país vizinho na época, Chicharô foi preso enquanto visitava Jarvis Chimenes Pavão.

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