Maior Maternidade de MS fecha parceria para recuperar incubadoras e salvar recém nascidos

À frente da AAMI (Associação de Ampara à Maternidade e à Infância) desde segunda quinzena do último mês de março, o novo presidente da Maternidade Cândido Mariano, o médico ginecologista-obstetra Daniel Miranda, anunciou uma nova parceria entre a instituição e a FIEMS (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), que assumiu o reparo de pelo menos cinco incubadoras que poderão ser usadas nas unidades de tratamento intensivo de recém nascidos do hospital.

“A Maternidade é o hospital que mais realiza partos no Estado, apenas em 2019 foram quase 9 mil, e estamos sempre trabalhando para oferecer um serviço de qualidade a mães e bebês que chegam de praticamente todo Mato Grosso do Sul. Nós precisamos de parceiros interessados em prestar apoio à comunidade, e a Fiems, por meio do Senai, tem desenvolvido uma expertise na manutenção de equipamentos hospitalares que agora também colocará a nosso dispor”, afirmou o presidente da AAMI, que se reuniu com o chefe de gabinete da presidência da Fiems, Robson Del Casale, e o diretor regional do SENAI em Mato Grosso do Sul, Rodolpho Mangialardo.

As incubadoras são os equipamentos que dão o aquecimento e umidade para que o ambiente extra-uterino forneça o suporte necessário ao recém nascido que careça de atendimento médico intensivo logo após o parto, favorecendo o crescimento e desenvolvimento do neonato, simulando as condições que o bebe tinha ainda no ambiente intra-uterino. A Maternidade Cândido Mariano é o hospital com o maior número de leitos de UTI Neo Natal em todo Estado (atualmente são 26).

“A gente entrou nessa área de saúde há pouco mais de um ano, por conta da pandemia, e os representantes da Maternidade Cândido Mariano estiveram aqui pedindo nossa ajuda para consertar incubadoras. Propomos também, para essa nova administração que está iniciando, consultorias com a nossa equipe para buscar melhorias para oportunizar os recursos, evitar desperdícios e, até mesmo, melhorar as condições de alguns equipamentos”, destacou Rodolpho.

As incubadoras com problemas técnicos ja foram entregues ao SENAI, que iniciou avaliação dos equipamentos para a manutenção. Em 2020, com início da pandemia do novo Coronavírus, técnicos voluntários da instituição montaram uma espécie de força tarefa que resultou no conserto e recuperação de 115 respiradores usados em hospitais de 17 municípios sul-mato-grossenses, ajudando a salvar inúmeras vidas de pacientes internados com complicações da covid-19.

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