MDB decide como prioridade a disputa pelo governo do Estado em 2022

A cúpula do MDB e integrantes do partido que estão com pretensão de disputar as eleições de 2022 se reuniram na manhã desta segunda-feira (05) para definir o rumo do partido nas urnas no próximo ano. De acordo com o presidente regional da sigla, Junior Mochi, ficou definido que a legenda irá ter candidato a governador.

Se colocaram à disposição do partido para disputar a vaga internamente o ex-governador André Puccinelli e a senadora Simone Tebet, que encerra o seu mandato no próximo ano no Senado. “Os dois nomes que se colocaram à disposição foram André e Simone. Agora vamos iniciar o fortalecimento das nossas chapas federal e estadual. Até final de maio e junho a pandemia da covid-19 deve ficar menos problemática e facilitará as tratativas para as articulações políticas”, afirmou Mochi.

O encontro ocorreu de forma mista, com a maioria dos participantes de forma virtual. “Serviu para ter pelo menos um alinhamento. Vamos discutir agora a vaga de governo juntos para depois analisar as outras vagas. Hoje Simone é a candidata nata a reeleição no Senado, mas independente disso temos que discutir as eventuais coligações. No mais tardar até setembro o nome do nosso partido será definido. Mas a prioridade é ter o candidato ao governo”, destacou.

Membro do conselho de Itaipu Binacional, o ex-ministro Carlos Marun, também participou do encontro. “Na hora certa vamos decidir quem vai, se é o André ou a Simone. Temos que compor as situações com outros partidos também. Primeiro temos que acertar o governo e depois o Senado. A Simone estará junto e dentro do projeto”, acrescentou.

Segundo o presidente municipal do MDB, Ulisses Rocha, a reunião ficou com a indefinição ainda do nome para a chapa majoritária. “Queremos o André governador, mas não ficou definido. Até junho iremos chegar a um nome”.

A expectativa é que até setembro deste ano o nome seja confirmado pela sigla para avançar na articulação com outros partidos. O MDB trabalha para voltar a ter a hegemonia no Estado, perdida desde a vitória de Reinaldo Azaumbuja (PSDB) nas eleições de 2014.

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