Saúde pede 30% a mais de doses da vacina contra a Covid-19 para a fronteira

A Secretaria de Estado de Saúde (SES), solicitou para o Ministério da Saúde, 30% a mais de doses da vacina contra o coronavírus a mais para 13 municípios que fazem fronteira com o Paraguai e a Bolívia.

Segundo a secretaria, o objetivo é implementar mais ações preventivas que auxiliem na contenção da transmissão da doença em Mato Grosso do Sul.

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O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, explica que Mato Grosso do Sul tem especificidades que precisam ser levadas em consideração pelo Ministério da Saúde em relação à estimativa populacional prevista pelo Plano Nacional de Imunização (PNI), como o fato do Estado fazer fronteira com Paraguai e Bolívia.

“Nesses municípios a dupla nacionalidade faz com que recebamos paraguaios e bolivianos em nossas cidades fronteiriças, gerando um acréscimo populacional a ser imunizado, aquém da estimativa estabelecida pelo Ministério da Saúde, cuja situação resulta na escassez de imunizantes para ser aplicada nesse grupo excedente não previsto”, explicou Resende.

Um dos exemplos é o município de ponta Porã, que faz divisa seca, com a cidade de Pedro Juan Caballero – Paraguai, onde conforme dados estimados do IBGE, residem 93.937 habitantes, porém possuem em torno de 130.000 pessoas cadastradas no Sistema Nacional do SUS, devido a existência de brasileiros que residem na faixa de fronteira no país vizinho, bem como, a população flutuante de estudantes brasileiros de vários estados que residem temporariamente naquele município e no lado vizinho, para cursarem as universidades particulares paraguaias, devido ao baixo custo da mensalidade cobrada pelas mesmas.

Da mesma forma, ocorre na cidade de Corumbá-MS, onde estudantes brasileiros de vários estados, cursam faculdade na cidade fronteiriça de Porto Quijarro na Bolívia, e buscam por vacinação no território estadual.

Com o objetivo de atender a população excedente não prevista no PNI foi solicitado a ampliação do número de doses em 30% para os municípios de Corumbá, Ponta Porã, Mundo Novo, Japorã, Sete Quedas, Paranhos, Coronel Sapucaia, Aral Moreira, Antônio João, Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES), solicitou para o Ministério da Saúde, 30% a mais de doses da vacina contra o coronavírus a mais para 13 municípios que fazem fronteira com o Paraguai e a Bolívia.

Segundo a secretaria, o objetivo é implementar mais ações preventivas que auxiliem na contenção da transmissão da doença em Mato Grosso do Sul.

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“Nesses municípios a dupla nacionalidade faz com que recebamos paraguaios e bolivianos em nossas cidades fronteiriças, gerando um acréscimo populacional a ser imunizado, aquém da estimativa estabelecida pelo Ministério da Saúde, cuja situação resulta na escassez de imunizantes para ser aplicada nesse grupo excedente não previsto”, explicou Resende.

Um dos exemplos é o município de ponta Porã, que faz divisa seca, com a cidade de Pedro Juan Caballero – Paraguai, onde conforme dados estimados do IBGE, residem 93.937 habitantes, porém possuem em torno de 130.000 pessoas cadastradas no Sistema Nacional do SUS, devido a existência de brasileiros que residem na faixa de fronteira no país vizinho, bem como, a população flutuante de estudantes brasileiros de vários estados que residem temporariamente naquele município e no lado vizinho, para cursarem as universidades particulares paraguaias, devido ao baixo custo da mensalidade cobrada pelas mesmas.

Da mesma forma, ocorre na cidade de Corumbá-MS, onde estudantes brasileiros de vários estados, cursam faculdade na cidade fronteiriça de Porto Quijarro na Bolívia, e buscam por vacinação no território estadual.

Com o objetivo de atender a população excedente não prevista no PNI foi solicitado a ampliação do número de doses em 30% para os municípios de Corumbá, Ponta Porã, Mundo Novo, Japorã, Sete Quedas, Paranhos, Coronel Sapucaia, Aral Moreira, Antônio João, Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho.

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