A Operação Segunda Parcela, da PF (Polícia Federal) cumpre 6 mandados de busca e apreensão em Campo Grande. Em um deles, os policiais encontraram escritório em que documentos eram fraudados para garantir o pagamento do auxílio emergencial.
No País, foram bloqueados R$ 650 mil em diversas contas, referente repasses fraudados.
Em Campo Grande, já foram apreendidos cartões e documentos em branco de CNH (Carteira Nacional de Habilitação), além de cheques preenchidos, cartões crédito de várias bandeiras e documentos com extrato do pagamento do benefício concedido pelo governo federal.
No total, a operação cumpre 42 mandados de busca e apreensão, 7 mandados de prisão e 13 de sequestro de bens em MS e mais 13 estados (SP, RJ, PB, ES, BA, SC, TO, PR, GO, MG, RS, MA e PI). Em Campo Grande, os mandados estão sendo cumpridos por 25 policiais federais, em ação que tem apoio de equipe de Presidente Dutra (MA).
No País, foi determinado o bloqueio valores de até R$ 650 mil em diversas contas que receberam benefícios fraudados. No viés preventivo a Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial detectou e bloqueou/cancelou o cadastramento de 3.823.841 (três milhões e oitocentos e vinte e três mil e oitocentos e quarenta e um reais) pedidos irregulares.
Segundo a PF, deixaram de sair indevidamente dos cofres públicos, no mínimo, R$ 2,3 bilhões, se considerando apenas o pagamento de uma parcela de R$ 600,00.
As medidas são parte de uma Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) o Ministério da Cidadania (MCid), a CAIXA, a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU), para identificar a ocorrência de fraudes massivas e desarticular a atuação de organizações criminosas.
– CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

