8 de maio de 2026

Até setembro, 21,9 milhões tinham feito teste para coronavírus no País, diz IBGE

Em todo o Brasil, 21,9 milhões de pessoas fizeram algum teste para saber se estavam infectadas pelo coronavírus até setembro, o equivalente a 10,4% da população. Até agosto, esse número estava em 17,9 milhões de pessoas, ou 8,5% da população. 

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19) mensal e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os que fizeram testes, 4,8 milhões (22,1%) testaram positivo, de acordo com uma pesquisa amostral.

Segundo o IBGE, quanto maior o nível de escolaridade, maior o porcentual de testados: entre as pessoas sem instrução ao fundamental incompleto, 5,5% passaram por algum, teste contra uma fatia de 21,5% dos brasileiros com ensino superior completo ou pós-graduação.

O acesso à testagem também tem relação com a renda. Quanto maior a classe de rendimento domiciliar per capita, maior o porcentual de pessoas que realizaram algum teste para a covid-19, chegando a 20,9% entre as pessoas no décimo mais elevado de renda, mas descendo a 5,4% no primeiro décimo e 5,5% no segundo décimo.

Analisando o tipo de teste, 8,8 milhões de pessoas feitas o SWAB, sendo que 25,9% delas testaram positivo para a covid-19; 9,8 milhões fizeram o teste rápido com coleta de sangue através do furo no dedo, e 17,3% delas testaram positivo; e 6,3 milhões fizeram o teste de coleta de sangue através da veia no braço, sendo 25,6% deles com covid confirmada.

A Unidade da Federação com o maior porcentual de testes realizados para o Distrito Federal (22,2%), seguido pelo Piauí (17,0%) e Goiás (16,0%). Pernambuco registrou o menor porcentual de testados (6,8%), seguido pelo Acre (6,9%) e Minas Gerais (7,8%).

Doenças crônicas

Em, houve 46,7 milhões de pessoas com alguma das doenças crônicas pesquisadas, o que correspondeu a 22,1% da população. 

A hipertensão foi a mais frequente, alcançando 13,1% dos doentes crônicos. As demais prevalências foram: asma ou bronquite ou enfisema (5,3%); diabetes (5,2%); depressão (2,8%); doenças do coração (2,5%) e câncer (1,0%).

Entre as pessoas com algumas doenças crônicas, 3% testaram positivo para a covid-19.

Isolamento

Dos 211,4 milhões de habitantes do País, 34,5 milhões (16,3%) irritada com rigorosamente em como medida de prevenção à covid-19. Outros 84,1 milhões (39,8%) reduziram o contato, mas continuaram saindo de casa, e 85,3 milhões (40,3%) chamados em casa e só saíram em caso de necessidade básica.

Por outro lado, 6,4 milhões de pessoas (3%) não fizeram qualquer medida de restrição em setembro contra a covid-19.

Sintoma de síndrome gripal

Em setembro, 9,2 milhões de pessoas (4,4% da população) independente algum dos sintomas pesquisados ​​de síndromes gripais, dando sequência à redução gradual ao longo dos meses. Em maio, início da pesquisa, 11,4% da população relataram algum sintoma.

Entre as pessoas que dissipam os sintomas pesquisados ​​de síndromes gripais, 56,7% eram mulheres, 47,5% tinham entre 30 e 59 anos, 55,7% se declararam cor preta ou parda e 37,6% eram sem instrução ou com fundamental incompleto.

Em setembro, cerca de 24,1% (ou 2,2 milhões) das pessoas que surgem algum dos sintomas pesquisados, atendimento em estabelecimento de saúde.

Entre as pessoas que procuraram atendimento em hospitais, 11,8% (98 mil) daquelas com algum dos sintomas pesquisados ​​e 15,9% (40 mil) das que alternados conjugados precisaram ficar internadas.

Atividades escolares

O IBGE informou ainda que, no mês de setembro, 46,1 milhões de pessoas de 6 a 29 anos de idade frequentavam escola ou universidade, o que representava 59,8% da população nessa faixa etária. Entre todos os alunos, 61% eram do ensino fundamental, 21% do ensino médio e 18% do ensino superior.

Cerca de 6,7 milhões de estudantes não têm atividades educacionais em setembro, enquanto 39 milhões têm atividades “Com a retomada das aulas aí em outubro, isso pode mudar”, lembro Maria Lucia Vieira, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Na Região Norte, 34,6% das crianças, adolescentes e jovens que frequentavam escola estavam sem acesso a atividades escolares. Esses porcentuais foram bem menores no Sul (5%), Sudeste (9,4%) e Centro-Oeste (7,5%).

Entre as crianças e jovens de domicílios com rendimento per capita de até meio salário mínimo, 19,5% não terá atividades escolares, enquanto esse porcentual descia a 5% nos domicílios com rendimento domiciliar per capita de quatro ou mais salários relativos.

Populares da Semana

Queda da arrecadação do gás ainda preocupa e receita continua estagnada no Estado

Com a constante redução da compra de gás natural...

Senador Nelsinho Trad garante saldo positivo de R$ 473 milhões para MS em 2022

  Parlamentar cumpre promessa de começo de ano e supera...

Preso em motel de Campo Grande com droga tentou matar conhecido em cobrança de dívida

Foi decretada prisão preventiva de Willy da Silva Balta,...

Secretária de Assistência Social de Iguatemi se reúne com coordenador do Movimento Municipal da Luta pela Moradia

Fonte-Kidão da Ascom/Igt. Na manhã desta terça-feira (15), a Secretária...

Artigos Relacionados

Categorias Populares