“Não existe nenhuma evidencia que tem impacto na redução no número de casos. Ainda mais feita de forma pontual”, explica o médico, que também é professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
O problema, conforme o médico, estaria na periodicidade que essas limpezas são feitas, em sua maioria apenas uma vez apenas. Para ele, o certo seria fazer “ate mais que diário”, ou seja, várias vezes ao dia.
Atualmente, a desinfecção foi feita pela administração municipal e em parceria com Exército, Marinha e Aeronáutica em vários lugares, como feiras livres, Rua 14 de julho e terminais de ônibus, Feira Central, Mercadão Municipal de Campo Grande e Terminal Rodoviário.

