13 de outubro de 2026

Em meio a pandemia, há quem ainda briga para continuar festa clandestina na Capital

Enquanto de um lado alguns unem esforços para tentar combater a pandemia provocada pelo novo coronavírus, a fim de evitar um colapso na saúde pública, do outro lado, há quem ainda briga para manter festa clandestina em Campo Grande.

Segundo a Guarda Civil Metropolitana que é responsável por fiscalizar qualquer foco de aglomeração na cidade, durante o toque de recolher estabelecido em Decreto Municipal, só na madrugada deste domingo, 14 residências foram fiscalizadas por conterem denúncias de festas com aglomerações de pessoas e som alto. Desse episódio, três pessoas foram presas em flagrante.

Mesmo com as fiscalizações intensificadas durante a semana, o alto número de ocorrências como essa, ainda é campeã aos fins de semana. Dados da Guarda, apontam que desde a sexta-feira (19) até neste domingo (21), foram registradas 752 denúncias de quebra de quarentena e mais de mil pessoas foram flagradas ‘passeando’ nas ruas de Campo Grande.

Enquanto um grupo de mil está nas ruas desobedecendo aos decretos municipais, outro grupo que já passa de mil já está infectado pela covid-19 em Campo Grande, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul.

BRIGA E FESTA CLANDESTINA

Outras quatro prisões por desacato e agressão a policiais militares aconteceu na madrugada deste domingo na Capital durante a fiscalização de uma festa clandestina no bairro Los Angeles, região sul da cidade.

Segundo informações da Polícia Civil, som no último e muitas pessoas estavam aglomeradas sem máscara em uma mesma casa chamou a atenção da Polícia Militar que foi até o local encerrar a ‘comemoração’.

Durante a abordagem, o promotor da festa ficou ‘indignado’ pela presença dos policiais dizendo que os mesmos estavam o perseguindo por não ser a primeira vez que estavam “frustrando” mais uma festa “vocês são uns desgraçados, vão prender bandido”, afirmou o dono da festa que estava visivelmente alterado, segundo depoimento dos policiais na delegacia.

Foi dada voz de prisão por desacato ao promotor da festa, e na ocasião, outros dois homens (um soldado do Exército, segundo testemunhas), chutaram e deram socos e xingaram os militares para tentar impedir a prisão do organizador da festa, segundo consta em boletim de ocorrência.

Por conta da briga, todos os envolvidos precisaram receber atendimento médico no posto de saúde do Aero Rancho e também foram para à delegacia de polícia da Capital.

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