8 de maio de 2026

Justiça determina quebra de sigilo fiscal de casal Olarte

O ex-prefeito Gilmar Olarte (sem partido) e a esposa Andréia Nunes Zanelato Olarte tiveram os sigilos fiscais quebrados entre os anos de 2010 e 2015 por determinação judicial. Houve determinação a devassa nas declarações ao fisco de duas empresas da ex-primeira-dama, a Casa do Esteticista e Vita Derm. A decisão é do juiz da 1ª Vara Criminal de Campo Grande Roberto Ferreira Filho e publicada na edição de quinta-feira (8) no Diário Oficial da Justiça.

O casal  é réus pelos crimes de corrupção, de lavagem de dinheiro e de associação criminosa, que levou o casal a prisão em 2016. A operação Pecúnia foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial na Repressão ao Crime Organizado (Gaeco),  entre 2014 e 2015, enquanto Olarte ocupava o cargo de prefeito, Andréia adquiriu vários imóveis na Capital.

Alguns bens ficaram em em nome de terceiros, com pagamentos iniciais em elevadas quantias (dinheiro, transferências bancárias e depósitos). Esta denúncia já teve a audiência de instrução e julgamento e está conclusa para sentença desde o final do ano passado. O ex-prefeito já foi condenado a pena de oito anos e quatro meses por corrupção e lavagem de dinheiro em maio de 2017 pela Seção Criminal Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Ele recorreu, mas perdeu os recursos em todas as instâncias.

Ex-prefeito e a mulher são réus pelos crimes de corrupção, de lavagem de dinheiro e de associação criminosa, que levou o casal a prisão em 2016. A operação Pecúnia foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial na Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), entre 2014 e 2015, enquanto Olarte ocupava o cargo de prefeito, Andréia adquiriu vários imóveis na Capital.

Alguns bens ficaram em nome de terceiros, com pagamentos iniciais em elevadas quantias (dinheiro, transferências bancárias e depósitos). Esta denúncia já teve a audiência de instrução e julgamento e está conclusa para sentença desde o final do ano passado. O ex-prefeito já foi condenado a pena de oito anos e quatro meses por corrupção e lavagem de dinheiro em maio de 2017 pela Seção Criminal Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Ele recorreu, mas perdeu os recursos em todas as instâncias.

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