Bombeiros concluem resgate de corpos de vítimas de desastre aéreo na Capital

O Corpo de Bombeiros removeu no início da tarde desta quarta-feira (15) os corpos do médico Pedro Arnaldo Montemor dos Santos e de sua esposa, Silvana Maria Pizzo, vítimas de desastre aéreo ocorrido nesta manhã, nas proximidades do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande.

A dificuldade em remover os corpos ocorreu porque, devido ao impacto, a aeronave cavou um buraco de cerca de 1,5m no solo, deixando os corpos das vítimas presos às ferragens. Ao constatarem que a remoção seria difícil, o Corpo de Bombeiros foi novamente acionado ao local com o desencarcerador.

Desde os trabalhos para retirar o avião do solo, até o resgate dos corpos, foram quase cinco horas. Os corpos começaram a ser retirados por volta das 12h e os bombeiros levaram mais tempo para retirar o corpo de Silvana, que estava em posição fetal dentro da aeronave. “O corpo dela estava bem preso e por isso levou mais tempo para retirada”, explicou o delegado Rodrigo Camapum, da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.

Da aeronave ainda foram retirados uma quantia em dinheiro e o plano de voo. Conforme as informações da polícia, a aeronave estava regular.

No local, estão a perícia da Polícia Civil, a Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado) e policiais da 4º e 1º delegacia de polícia, além do Corpo de Bombeiros. Segundo informações do administrador do Aeroporto Santa Maria, Flávio Henrique, representantes do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) estariam a caminho da cidade, vindo de Brasília, para a investigação sobre as causas do acidente.

Tragédia

O empresário e médico Pedro Arnaldo Montemor dos Santos, e sua esposa, Silvana Maria Pizzo, morreram em um acidente de avião na manhã desta quarta-feira (15). O avião teria explodido com a queda, conforme informações preliminares.

Pedro Arnaldo Montemor dos Santos era proprietário do laboratório Ultramedical, em Campo Grande. Ele seguia com a esposa a caminho da fazenda de sua propriedade, no Pantanal. A aeronave de prefixo PT-BHF caiu a 140 metros da pista e as vítimas morreram carbonizadas.

Ao Jornal Midiamax, o piloto Antônio Barbosa Nogueira diz ter testemunhado o acidente e reforça a versão mais aceita da tragédia, no caso, de que o avião decolou do aeroporto, mas que o piloto teria tentado voltar ao perceber que não tinha como prosseguir com a viagem devido a intensa neblina.

Fonte: Mídia Max

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