‘Piscinão da dengue’ assusta moradores do Jardim Autonomista

Os mais de 4 mil casos confirmados de dengue em Campo Grande parecem não preocupar alguns moradores que insistem em manter criadouros do Aedes Aegypti, mosquito transmissor também do Zika Vírus, Chikungunya, febre amarela e do Mayaro. É o caso de uma piscina suja localizada em um imóvel aparentemente abandonado na Rua Amazonas.

“Absurdo”, declarou um dos moradores de região, ao enviar o flagrante para a rádio Mega94FM. E este caso não é isolado. Na semana passada, a reportagem do Correio do Estado mostrou outra piscina sem manutenção, na Rua Altino de Almeida Santiago, no bairro Ana Maria do Couto.

Nas ruas do bairro Jardim Novo Horizonte, os “criadouros” são outros: pneus que se espalham pelas ruas Colombo esquina com a Rua Marli ou na Fernão de Magalhães.

Desde o início do ano, agentes da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) tem percorrido diversos bairros, em mutirão contra a dengue. Durante os fins de semana, mutirões são realizados nas regiões com maiores índices de notificações da doença.

Nas ações, materiais inservíveis e que podem acumular água e servir de criadouro para o mosquito, como pneus, latas e garrafas, entre outros, são recolhidos. Imóveis abandonados também são vistoriados, com auxílio de um chaveiro.

Além dos pneus, também são potenciais criadouros para o mosquito: tonéis e caixas d’água destampados, calhas sujas, garrafas de vidro com a boca para cima, lixeiras destampadas, vasos de plantas e quaisquer outros locais em que é possível acumular água.

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