Nove são levados para delegacia em ação contra “tribunal do crime”

Nove pessoas, envolvidas na morte de Vagner Sebastião dos Santos Haak, foram levadas para a delegacia durante a “Operação Mortalha”, deflagrada pela Polícia Civil em Dourados. Este homem foi morto durante uma sessão do “tribunal do crime” porque tinha dívidas de droga com integrantes de uma facção criminosa que controla os presídios.

A operação foi realizada por Policiais do SIG (Serviço de Investigação Geral) e Defron (Delegacia Especializada em Repreensão aos Crimes de Fronteiras). Além destas prisões, os policiais apreenderam drogas, réplicas de armas e munições.

AS INVESTIGAÇÕES

Wagner Sebastião dos Santos Haak abril deste ano após ter contraído dívidas na cadeia com integrantes de uma facção. Ele teria sido atraído pela namorada, identificada apenas como Patrícia, para uma emboscada em uma casa na Rua Cachoeirinha, onde foi torturado e morto. As duas filhas de Patrícia também teriam participado da ação. A morte de Haak foi ordenada por um dos líderes da facção, identificado como Edson, com auxílio do Alex J. Os executores foram outros dois.

As investigações apontaram que, após a sessão de tortura, o corpo de Haak foi enrolado em um lençol e transportado em um GM Corsa por Peterson e Gabriel Todos os envolvidos tiveram as prisões temporárias decretadas pela Justiça.

Um dos executores cumpria pena no regime semiaberto, mas, não tinha voltado e foi recapturado hoje.

Na residência de um dos integrantes do grupo foram apreendidos um simulacro de arma, porções de maconha, uma espingarda calibre 12, duas munições e uma bicicleta furtada.

Todos os alvos da Operação Mortalha foram presos. As ações receberam este nome porque “Mortalha” faz referência ao tecido que envolve mortos. As informações são do Dourados Agora.

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