Equívoco de escola leva pais a acreditarem que filha foi sequestrada

Suposto sequestro de uma menina de 10 anos na saída de uma escola municipal de Campo Grande mobilizou diversas pessoas, por meio de redes sociais, em busca da aluna, na tarde de hoje. Informação compartilhada era de que a menina teria sido levada por uma pessoa desconhecida que se passou pelo pai, no bairro Coophavila. O caso, no entanto, não passou de uma confusão feita pela escola, segundo informou o pai da menina, Marcos Silva.

Em entrevista a Rádio Mega 94, Silva disse que sua esposa recebeu um telefonema da coordenadora da escola, informando que a filha, Mariane Sales da Silva,  teria passado mal e foi levada antes do término das aulas pelo pai, que teria ido buscá-la no colégio, por volta das 16h30.

Diante da informação, mulher entrou em contato com o marido para saber como estava a menina, ao que ele respondeu que estava no trabalho e não havia buscado a criança, o que levou ambos a imaginar que Mariane teria sido sequestrada.

“Nós entramos em pânico, imaginando que minha filha tinha saído com uma pessoa estranha, desconhecida por nós”, disse Marcos.

O casal entrou em contato com a polícia e se dirigiu até a escola em busca de mais informações sobre o caso. Apenas quando chegaram ao local, descobriram que tudo não passava de um engano e que a criança levada pelo pai era uma outra aluna, que de fato passou mal e o familiar a buscou mais cedo.

“A coordenadora se enganou de nome e ligou para minha esposa. Achei uma irresponsabilidade muito grande da escola, um despreparo. Não sei como eles chegaram a conclusão de que tinha sido a Mariane, nem o nome [da outra aluna] é semelhante”, disse o pai, ainda indignado com a situação.

Segundo ele, além do transtorno causado pela mobilização em busca da menina e pelo acionamento da polícia, a esposa passou mal e segue internada por conta do susto.

“É um outro problema, minha esposa está passando mal, com crise de ansiedade, mas nós vamos superar”, disse. Marcos não informou se pretende tomar alguma medida em relação ao equívoco da escola.

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